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#55352
Na literatura cinematográfica “Ela dança, eu danço”, é retratada a história de Tylor que faz vários protestos com amigos por meio da dança, música e principalmente a arte urbana. Fora do cenário fictício, na realidade brasileira, o filme se aproxima da vivência de muitos brasileiros, pois retrata os protestos nas áreas urbanas, principalmente praticando as pichações e o grafites em muros, sendo assim desvalorizado a arte urbana. Sendo essa uma problemática contemporânea de natureza grave e que necessita de medidas as quais modifiquem a conjuntura atual em dois aspectos: Social e educacional.

Em primeiro assentamento, as pessoas que praticam a arte urbana, geralmente estão expressando indignação, através de protestos, por não concordarem com algum ato, político, religioso, cultural, econômico, entre outros. Com isso, as pessoas são julgadas e condenadas por exporem a realidade, criticando algumas instituições e assuntos que geralmente são tabus na sociedade, e que muitas pessoas não tem a coragem de falar. E por conta disso são chamados até mesmo de marginais por estarem infringindo as leis criticando alguns atos do governo.

Em segundo assentamento, a educação dessas pessoas nem sempre são as melhores devido a precariedade das instituições públicas, e por isso cometem muitos erros ortográficos, gerando assim, muito preconceito e desvalorização da arte urbana. As principais críticas voltadas a essas pessoas geralmente são decorrentes a elas serem jovens e n estarem cursando alguma faculdade e buscando algo melhor pra vida delas.

Portanto, com o intuito de mudar esse cenário os meios de comunicação devem ser usados para expor as artes de ruas e sua importância sociocultural para sociedade, por meio de reportagens e postagens em redes sociais, fazendo assim, com que as pessoas tenham mais acesso. Em análogo, o Ministério da educação, responsável pela elaboração e execução da Política Nacional de Educação (PNE), deve proporcionar aulas voltadas ao entendimento e compreendimento das artes de rua, logo, a diminuição do preconceito e desvalorização da arte urbana.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

#55412
Jacqueline09 escreveu:Na literatura cinematográfica “Ela dança, eu danço”, é retratada a história de Tylor que faz vários protestos com amigos por meio da dança, música e principalmente a arte urbana. Fora do cenário fictício, na realidade brasileira, o filme se aproxima da vivência de muitos brasileiros, pois retrata os protestos nas áreas urbanas, principalmente praticando as pichações e o grafites em muros, sendo assim desvalorizado a arte urbana. Sendo essa uma problemática contemporânea de natureza grave e que necessita de medidas as quais modifiquem a conjuntura atual em dois aspectos: Social e educacional.
Em primeiro assentamento, as pessoas que praticam a arte urbana, geralmente estão expressando indignação, através de protestos, por não concordarem com algum ato, político, religioso, cultural, econômico, entre outros. Com isso, as pessoas são julgadas e condenadas por exporem a realidade, criticando algumas instituições e assuntos que geralmente são tabus na sociedade, e que muitas pessoas não tem a coragem de falar. E por conta disso são chamados até mesmo de marginais por estarem infringindo as leis criticando alguns atos do governo.
Em segundo assentamento, a educação dessas pessoas nem sempre são as melhores devido a precariedade das instituições públicas, e por isso cometem muitos erros ortográficos, gerando assim, muito preconceito e desvalorização da arte urbana. As principais críticas voltadas a essas pessoas geralmente são decorrentes a elas serem jovens e n estarem cursando alguma faculdade e buscando algo melhor pra vida delas.
Portanto, com o intuito de mudar esse cenário os meios de comunicação devem ser usados para expor as artes de ruas e sua importância sociocultural para sociedade, por meio de reportagens e postagens em redes sociais, fazendo assim, com que as pessoas tenham mais acesso. Em análogo, o Ministério da educação, responsável pela elaboração e execução da Política Nacional de Educação (PNE), deve proporcionar aulas voltadas ao entendimento e compreendimento das artes de rua, logo, a diminuição do preconceito e desvalorização da arte urbana.
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