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#58997
No início do movimento "MeToo" as pessoas foram incentivadas a compartilhar nas redes sociais casos de assédio sexual ou estupro através da hashtag "MeToo", essa mobilização coletiva fez com que a maioria dos culpados fossem responsabilizados, independente de classe social. Embora a cultura do cancelamento tenha se popularizado como ferramenta de denúncias, no Brasil o seu uso social excede os limites da democracia, pois o comportamento dos usuários não só censura como também promovem discursos de ódio contra opiniões antagônicas.

Em primeiro lugar, vale destacar que a liberdade de expressão é inexistente, visto que as discordâncias não são aceitáveis. Esse comportamento, segundo o filósofo Michel Foucault, é devido a necessidade dos indivíduos manterem a coesão do discurso do grupo. Logo a discordância representa uma ameaça a rede que controla as pessoas e para evitar que todos sejam contaminados, o precursor é censurado pelos membros. Desse modo, tal atitude, impede a análise de variantes de conceitos diferentes, limitando a visão social.

Em segundo lugar, vale ressaltar que o discurso de ódio pregado nas redes sociais, assemelha-se a caça as bruxas da Idade Média, cujo eram torturadas e mortas por terem alguma atitude que não era adequada para mulheres da época. Apesar das pessoas não serem mortas, na contemporaneidade, elas são torturadas psicologicamente por ter tido alguma conduta desrespeitosa para a sociedade, tanto no presente como no passado, além de que o seu espaço de defesa é limitado nas redes sociais. Consequentemente, as vítimas, anônimos e celebridades, após a repercussão negativa apresentam dificuldade de encontrar trabalho e problemas emocionais.

Depreende-se, portanto, que a cultura do cancelamento atribui aos seus seguidores uma característica déspota. Logo, faz-se, essencial que o Governo Federal em parceria com Ongs, promovam campanhas digitais contra o cancelamento, sendo divulgadas por meio de propagandas televisivas e posts nas redes sociais, essas campanhas devem ser interativas para incentivar diálogos online sobre os efeitos dessa cultura, a fim de conscientizar a população a dispor de discussões saudáveis no ambiente virtual. Dessa forma, a caça as bruxas da contemporaneidade será erradicada da sociedade brasileira.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 130

Você atingiu aproximadamente 70% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 180

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 180

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 190

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 190

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#59018
3m1ly escreveu:@NATALIASB11,

Olá 3mily! Na competência 1: notei algumas faltas de vírgula e crase. Na competência 2: achei que você entendeu bem a proposta de redação porém senti falta de tangenciar o tema. Na competência 3: a rgumentação foi interessante, só achei perigosa a comparação com a queima de bruxas. Na competência 4: você conseguiu articular muito bem mas senti falta de mais artifícios pra fundamentar seus argumentos. Na competência 5: você apresentou todos os elementos necessários e mereceu 200. É isso, eu não sou expert em redação então não leve como verdade absoluta a minha correção, mesmo assim, parabéns pelo texto!
#59024
@NataliaSB11, muito obrigado, mas assim em qual parte do meu texto apresenta tangência, o que você acha que eu deveria colocar para evitar? Você pode marcar os lugares que tem problema de vírgula, por favor isso vai me ajudar muito. E Natália não tem problema, de você não seja corretor o seu feedback vai me ajudar muito e só queria mesmo, caso não seja perdi muito, para você marcar esses pontos que estão com problema, porque vai ser mais fácil para quando eu vou estudar para redação eu visualizar os erros, sabe ksksskks
#59057
3m1ly escreveu:No início do movimento "MeToo" as pessoas foram incentivadas a compartilhar nas redes sociais casos de assédio sexual ou estupro através da hashtag "MeToo", essa mobilização coletiva fez com que a maioria dos culpados fossem responsabilizados, independente de classe social. Embora a cultura do cancelamento tenha se popularizado como ferramenta de denúncias, no Brasil o seu uso social excede os limites da democracia, pois o comportamento dos usuários não só censura como também promovem discursos de ódio contra opiniões antagônicas.

Em primeiro lugar, vale destacar que a liberdade de expressão é inexistente, visto que as discordâncias não são aceitáveis. Esse comportamento, segundo o filósofo Michel Foucault, é devido a necessidade dos indivíduos manterem a coesão do discurso do grupo. Logo, a discordância representa uma ameaça a rede que controla as pessoas e, para evitar que todos sejam contaminados, o precursor é censurado pelos membros. Desse modo, tal atitude impede a análise de variantes de conceitos diferentes, limitando a visão social.

Em segundo lugar, vale ressaltar que o discurso de ódio pregado nas redes sociais, assemelha-se à caça as bruxas da Idade Média, cujo eram torturadas e mortas por terem alguma atitude que não era adequada para mulheres da época. Apesar das pessoas não serem mortas, na contemporaneidade, elas são torturadas psicologicamente por ter tido alguma conduta desrespeitosa para a sociedade, tanto no presente como no passado, além de que o seu espaço de defesa é limitado nas redes sociais. Consequentemente, as vítimas, anônimos e celebridades, após a repercussão negativa apresentam dificuldade de encontrar trabalho e problemas emocionais.

Depreende-se, portanto, que a cultura do cancelamento atribui aos seus seguidores uma característica déspota. Logo, faz-se, essencial que o Governo Federal (agente) em parceria com Ongs, promova campanhas digitais contra o cancelamento (ação), sendo divulgadas por meio de propagandas televisivas e posts nas redes sociais (meio/modo), essas campanhas devem ser interativas para incentivar diálogos online sobre os efeitos dessa cultura (detalhamento), a fim de conscientizar a população a dispor de discussões saudáveis no ambiente virtual (finalidade). Dessa forma, a caça às bruxas da contemporaneidade será erradicada da sociedade brasileira.
#59162
Além do que a Natalia falou, só mostrando onde sugiro usar ou retirar as vírgulas e algumas outra questões:
[...] Logo[,] a discordância representa uma ameaça a rede que controla as pessoas e para evitar que todos sejam contaminados, o precursor é censurado pelos membros. Desse modo, tal atitude, (1) impede a análise de variantes de conceitos diferentes, limitando a visão social.
(1) Não separe o sujeito do verbo (a não ser que houvesse um deslocamento de outros elementos da frase ai no meio, mas não é o caso)

Em segundo lugar, vale ressaltar que o discurso de ódio pregado nas redes sociais, assemelha-se a caça as bruxas da Idade Média, cujo (2) eram torturadas e mortas por terem alguma atitude que não era adequada para mulheres da época. Apesar das pessoas não serem mortas, na contemporaneidade, elas são torturadas psicologicamente por ter tido alguma conduta desrespeitosa para a sociedade, tanto no presente como no passado, além de que o seu espaço de defesa é limitado nas redes sociais. Consequentemente, as vítimas, anônimos e celebridades, após a repercussão negativa apresentam dificuldade de encontrar trabalho e problemas emocionais.
(2) A conjunção "cujo" está empregada incorretamente, ela tem o sentido de posse, por exemplo, "o pai, cujo filho está brincando, trabalha ali". Como não está concordando com o sujeito, até pareceu que você tentou usar um "que", por isso eu descontaria na C4. Sugiro a frase ficar da seguinte maneira "[...], assemelha-se à caça as bruxas da Idade Média, cujas vítimas eram torturadas [...]", e depois trocar mais embaixo para não repetir a palavra "vítima" usando algo como "quem foi excluído".

Depreende-se, portanto, que a cultura do cancelamento atribui aos seus seguidores uma característica déspota. Logo, faz-se, (3)essencial que o Governo Federal[,] (4) em parceria com Ongs, promovam campanhas digitais contra o cancelamento, sendo divulgadas por meio de propagandas televisivas e posts nas redes sociais, essas campanhas devem ser interativas para incentivar diálogos online sobre os efeitos dessa cultura, a fim de conscientizar a população a dispor de discussões saudáveis no ambiente virtual. Dessa forma, a caça as bruxas da contemporaneidade será erradicada da sociedade brasileira.
(3) Também não separe o verbo do seu objeto (a não ser que houvesse um deslocamento de outros elementos da frase ai no meio, mas não é o caso).
(4) Aqui tem duas opções, ou coloca "em parceria com ONGs" entre vírgulas ou não coloque nenhuma vírgula.


Só acredito que não fugiu do tema, acho que expôs bem o comportamento social na questão do cancelamento, mas tirando isso concordo com Natalia :)
<3

NathaliaLima , olá, boa-noite! irei corrig[…]

Anninha , olá, boa-noite! irei corrigir su[…]

A vocação para o mercado de trabalho[…]

MoniqTorres , olá, boa-noite! posso corrig[…]

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