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#62685
A Semana de Arte Moderna, em 1922, tinha o objetivo de inovar a linguagem literária e artística. Para concretizá-lo, muitos artistas brasileiros utilizaram da coloquialidade, porém foi rejeitada pelo público. Apesar da distância temporal, é evidente, na sociedade contemporânea, a dificuldade que muitos indivíduos têm de reconhecer as variantes linguísticas, a qual instiga-os a serem preconceituosos. Esse ato de repudiar as diferenças influencia os cidadãos a excluírem de suas relações sociais aqueles que não se adequam ao padrão. Desse modo, torna-se premente analisar os principais fatores dessa problemática: a modalidade de língua e a repressão contra a liberdade no uso da colocação pronominal.

Em primeira análise, é primordial ressaltar que há variações, as quais diferenciam o português empregado por indivíduos que têm acesso à escola daqueles que não possuem. Nesse raciocínio, algumas classes sociais dominam uma forma de língua prestigiada, enquanto outras são vítimas de intolerância por utilizarem um tipo desfavorecido. É fatual que a norma culta é criada para ser adquirida durante a vida escolar, cujo domínio é solicitado como maneira de ascensão profissional e sua ausência pode acarretar em exclusão social. Prova disso é a “violência simbólica”, teoria proposta pelo sociólogo francês Pierre Bourdieu, a qual comprova que o sistema de ensino não leva em consideração as diferenças determinadas pelas desigualdades. Torna-se clara, por dedução analítica, a potencial relação negativa entre o preconceito linguístico e a padronização da linguagem.

Ademais, é preciso compreender tal fenômeno patológico como uma negação às transformações linguísticas. Isso porque a língua não apresenta uma organização homogênea e existem diferenças entre aquela que a gramática considera a verdadeira e a falada de modo coloquial em diferentes regiões e épocas, as quais contrariam a atitude típica de muitos indivíduos de que somente uma forma de expressão deve ser usada pelos falantes. Dessa maneira, é possível encurtar a distância entre o que é fala e escrita, na prática comunicativa social, por meio do poema “Pronominais” do poeta modernista Oswald de Andrade, no qual é exemplificado as variadas formas e manifestações da língua. Evidencia-se, assim, que os conceitos entre certo e errado estão equivocados, visto que a linguagem é um meio de comunicação mutável em aspectos temporais, geográficos e socioeconômicos.

Em suma, o preconceito linguístico e a exclusão social são situações carecedoras de resoluções. Portanto, o MEC deve combater o analfabetismo funcional, por intermédio de investimentos governamentais na qualificação de professores e na distribuição de livros literários e didáticos – esses profissionais terão aulas sobre as variações linguísticas e utilizaram de tais materiais para repassar aos estudantes a diversidade cultural com auxílio de obras literárias brasileiras. Essa ação terá como objetivo acabar com a padronização, o que irá favorecer os indivíduos que empregam a coloquialidade, proporcionará inserção no mercado de trabalho e atenuará o ciclo de exclusão. Logo, com essas medidas a rejeição obtida pelos artistas durante o Modernismo não intimidará a próxima geração.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 185

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 195

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 190

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 185

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#62699
A Semana de Arte Moderna, em 1922, tinha o objetivo de inovar a linguagem literária e artística. [melhorar conectivo] Para concretizá-lo, muitos artistas brasileiros utilizaram da coloquialidade, porém foi rejeitada pelo público. Apesar da distância temporal, é evidente, na sociedade contemporânea, a dificuldade que muitos indivíduos têm de reconhecer as variantes linguísticas, a qual instiga-os a serem preconceituosos. Esse ato de repudiar as diferenças influencia os cidadãos a excluírem de suas relações sociais aqueles que não se adequam ao padrão. Desse modo, torna-se premente analisar os principais fatores dessa problemática: a modalidade de língua e a repressão contra a liberdade no uso da colocação pronominal.
* Cuidado com o excesso de vírgulas

Em primeira análise, é primordial ressaltar que há variações, as quais diferenciam o português empregado por indivíduos que têm acesso à escola daqueles que não possuem. Nesse raciocínio, algumas classes sociais dominam uma forma de língua prestigiada, enquanto outras são vítimas de intolerância por utilizarem um tipo desfavorecido. É fatual que a norma culta é criada para ser adquirida durante a vida escolar, cujo domínio é solicitado como maneira de ascensão profissional e sua ausência pode acarretar em exclusão social. [melhorar conectivo] Prova disso é a “violência simbólica”, teoria proposta pelo sociólogo francês Pierre Bourdieu, a qual comprova que o sistema de ensino não leva em consideração as diferenças determinadas pelas desigualdades. [melhorar conectivo] Torna-se clara, por dedução analítica, a potencial relação negativa entre o preconceito linguístico e a padronização da linguagem.

Ademais, é preciso compreender tal fenômeno patológico como uma negação às transformações linguísticas. Isso porque a língua não apresenta uma organização homogênea e existem diferenças entre aquela que a gramática considera a verdadeira e a falada de modo coloquial em diferentes regiões e épocas, as quais contrariam a atitude típica de muitos indivíduos de que somente uma forma de expressão deve ser usada pelos falantes. Dessa maneira, é possível encurtar a distância entre o que é fala e escrita, na prática comunicativa social, por meio do poema “Pronominais” do poeta modernista Oswald de Andrade, no qual é exemplificado as variadas formas e manifestações da língua. [procure inserir o conectivo primeiro] Evidencia-se, assim, que os conceitos entre certo e errado estão equivocados, visto que a linguagem é um meio de comunicação mutável em aspectos temporais, geográficos e socioeconômicos.
* Os desenvolvimentos estão bem estruturados, só tem que melhorar os elementos conectivos e se atentar ao excesso de vírgulas

Em suma, o preconceito linguístico e a exclusão social são situações carecedoras de resoluções. Portanto, o MEC deve combater o analfabetismo funcional, por intermédio de investimentos governamentais na qualificação de professores e na distribuição de livros literários e didáticos – esses profissionais terão aulas sobre as variações linguísticas e utilizaram de tais materiais para repassar aos estudantes a diversidade cultural com auxílio de obras literárias brasileiras . Essa ação terá como objetivo acabar com a padronização, o que irá favorecer os indivíduos que empregam a coloquialidade, proporcionará inserção no mercado de trabalho e atenuará o ciclo de exclusão. Logo, com essas medidas a rejeição obtida pelos artistas durante o Modernismo não intimidará a próxima geração.
* Intervenção completa
* Achei sua redação grande, mas se couber na folha então desconsidere
#62751
jherodrigues escreveu:A Semana de Arte Moderna, em 1922, tinha o objetivo de inovar a linguagem literária e artística. [melhorar conectivo] Para concretizá-lo, muitos artistas brasileiros utilizaram da coloquialidade, porém foi rejeitada pelo público. Apesar da distância temporal, é evidente, na sociedade contemporânea, a dificuldade que muitos indivíduos têm de reconhecer as variantes linguísticas, a qual instiga-os a serem preconceituosos. Esse ato de repudiar as diferenças influencia os cidadãos a excluírem de suas relações sociais aqueles que não se adequam ao padrão. Desse modo, torna-se premente analisar os principais fatores dessa problemática: a modalidade de língua e a repressão contra a liberdade no uso da colocação pronominal.
* Cuidado com o excesso de vírgulas

Em primeira análise, é primordial ressaltar que há variações, as quais diferenciam o português empregado por indivíduos que têm acesso à escola daqueles que não possuem. Nesse raciocínio, algumas classes sociais dominam uma forma de língua prestigiada, enquanto outras são vítimas de intolerância por utilizarem um tipo desfavorecido. É fatual que a norma culta é criada para ser adquirida durante a vida escolar, cujo domínio é solicitado como maneira de ascensão profissional e sua ausência pode acarretar em exclusão social. [melhorar conectivo] Prova disso é a “violência simbólica”, teoria proposta pelo sociólogo francês Pierre Bourdieu, a qual comprova que o sistema de ensino não leva em consideração as diferenças determinadas pelas desigualdades. [melhorar conectivo] Torna-se clara, por dedução analítica, a potencial relação negativa entre o preconceito linguístico e a padronização da linguagem.

Ademais, é preciso compreender tal fenômeno patológico como uma negação às transformações linguísticas. Isso porque a língua não apresenta uma organização homogênea e existem diferenças entre aquela que a gramática considera a verdadeira e a falada de modo coloquial em diferentes regiões e épocas, as quais contrariam a atitude típica de muitos indivíduos de que somente uma forma de expressão deve ser usada pelos falantes. Dessa maneira, é possível encurtar a distância entre o que é fala e escrita, na prática comunicativa social, por meio do poema “Pronominais” do poeta modernista Oswald de Andrade, no qual é exemplificado as variadas formas e manifestações da língua. [procure inserir o conectivo primeiro] Evidencia-se, assim, que os conceitos entre certo e errado estão equivocados, visto que a linguagem é um meio de comunicação mutável em aspectos temporais, geográficos e socioeconômicos.
* Os desenvolvimentos estão bem estruturados, só tem que melhorar os elementos conectivos e se atentar ao excesso de vírgulas

Em suma, o preconceito linguístico e a exclusão social são situações carecedoras de resoluções. Portanto, o MEC deve combater o analfabetismo funcional, por intermédio de investimentos governamentais na qualificação de professores e na distribuição de livros literários e didáticos – esses profissionais terão aulas sobre as variações linguísticas e utilizaram de tais materiais para repassar aos estudantes a diversidade cultural com auxílio de obras literárias brasileiras . Essa ação terá como objetivo acabar com a padronização, o que irá favorecer os indivíduos que empregam a coloquialidade, proporcionará inserção no mercado de trabalho e atenuará o ciclo de exclusão. Logo, com essas medidas a rejeição obtida pelos artistas durante o Modernismo não intimidará a próxima geração.
* Intervenção completa
* Achei sua redação grande, mas se couber na folha então desconsidere
Muito obrigada pela correção!!
Os únicos erros na redação são os conectivos e as vírgulas? Esses conectivos foram tirados de redações nota mil :(
Vou tentar trocá-los e retirar algumas vírgulas.
#63523
JoiceF escreveu:
jherodrigues escreveu:A Semana de Arte Moderna, em 1922, tinha o objetivo de inovar a linguagem literária e artística. [melhorar conectivo] Para concretizá-lo, muitos artistas brasileiros utilizaram da coloquialidade, porém foi rejeitada pelo público. Apesar da distância temporal, é evidente, na sociedade contemporânea, a dificuldade que muitos indivíduos têm de reconhecer as variantes linguísticas, a qual instiga-os a serem preconceituosos. Esse ato de repudiar as diferenças influencia os cidadãos a excluírem de suas relações sociais aqueles que não se adequam ao padrão. Desse modo, torna-se premente analisar os principais fatores dessa problemática: a modalidade de língua e a repressão contra a liberdade no uso da colocação pronominal.
* Cuidado com o excesso de vírgulas

Em primeira análise, é primordial ressaltar que há variações, as quais diferenciam o português empregado por indivíduos que têm acesso à escola daqueles que não possuem. Nesse raciocínio, algumas classes sociais dominam uma forma de língua prestigiada, enquanto outras são vítimas de intolerância por utilizarem um tipo desfavorecido. É fatual que a norma culta é criada para ser adquirida durante a vida escolar, cujo domínio é solicitado como maneira de ascensão profissional e sua ausência pode acarretar em exclusão social. [melhorar conectivo] Prova disso é a “violência simbólica”, teoria proposta pelo sociólogo francês Pierre Bourdieu, a qual comprova que o sistema de ensino não leva em consideração as diferenças determinadas pelas desigualdades. [melhorar conectivo] Torna-se clara, por dedução analítica, a potencial relação negativa entre o preconceito linguístico e a padronização da linguagem.

Ademais, é preciso compreender tal fenômeno patológico como uma negação às transformações linguísticas. Isso porque a língua não apresenta uma organização homogênea e existem diferenças entre aquela que a gramática considera a verdadeira e a falada de modo coloquial em diferentes regiões e épocas, as quais contrariam a atitude típica de muitos indivíduos de que somente uma forma de expressão deve ser usada pelos falantes. Dessa maneira, é possível encurtar a distância entre o que é fala e escrita, na prática comunicativa social, por meio do poema “Pronominais” do poeta modernista Oswald de Andrade, no qual é exemplificado as variadas formas e manifestações da língua. [procure inserir o conectivo primeiro] Evidencia-se, assim, que os conceitos entre certo e errado estão equivocados, visto que a linguagem é um meio de comunicação mutável em aspectos temporais, geográficos e socioeconômicos.
* Os desenvolvimentos estão bem estruturados, só tem que melhorar os elementos conectivos e se atentar ao excesso de vírgulas

Em suma, o preconceito linguístico e a exclusão social são situações carecedoras de resoluções. Portanto, o MEC deve combater o analfabetismo funcional, por intermédio de investimentos governamentais na qualificação de professores e na distribuição de livros literários e didáticos – esses profissionais terão aulas sobre as variações linguísticas e utilizaram de tais materiais para repassar aos estudantes a diversidade cultural com auxílio de obras literárias brasileiras . Essa ação terá como objetivo acabar com a padronização, o que irá favorecer os indivíduos que empregam a coloquialidade, proporcionará inserção no mercado de trabalho e atenuará o ciclo de exclusão. Logo, com essas medidas a rejeição obtida pelos artistas durante o Modernismo não intimidará a próxima geração.
* Intervenção completa
* Achei sua redação grande, mas se couber na folha então desconsidere
Muito obrigada pela correção!!
Os únicos erros na redação são os conectivos e as vírgulas? Esses conectivos foram tirados de redações nota mil :(
Vou tentar trocá-los e retirar algumas vírgulas.
O problema não está nos conectivos, mas na forma que foram utilizados.
Mas isso são detalhes e nem sempre são considerados erros, mas é interessante pontuá-los.
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