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#84338
Para Platão, insigne filósofo, o importante, antes de tudo, é viver bem, de modo a enaltecer, mesmo que indiretamente, o valor da saúde. O bem-estar mencionado pelo sapiente, no entanto, encontra dificuldades para se concretizar no Brasil, uma vez que a automedicação é, ainda, um ato comum no país, podendo, por conseguinte, afetar a salubridade da população. Esse cenário perigoso possui como causas a negligência estatal e a lacuna educacional, as quais devem ser analisadas e, por fim, exterminadas.

Mormente, é medular salientar como a omissão governamental tonifica o revés. Nesse contexto, a Constituição Federal, promulgada em 1988, assegura, a todos os cidadãos brasileiros, o direito à saúde de qualidade. Contudo, a efetivação desse preceito se trata de um cenário longínquo, dado que as autoridades não investem em diminuir a sobrelotação das farmácias, hospitais e clínicas, configurando um desafio no que tange à preservação da higidez da coletividade. Por esse motivo, muitos indivíduos optam por remédios sem prescrição médica, mesmo que essa prática tenha efeitos na saúde individual, como a dependência. É indubitável, portanto, que o Estado, ao passo que é negligente, acaba por intensificar a chaga.

Além do mais, faz-se fulcral acentuar como a displicência escolar corrobora a problemática. Acerca disso, o pedagogo Paulo Freire defendia que o método de ensino é bancário, isto é, pouco encoraja a reflexão crítica. Sob essa lógica, pode-se afirmar que parcela substancial das escolas, à medida que não instigam o poder crítico dos discentes, faz com que esses não possam refletir que a automedicação é uma prática insalubre e pode ocasionar entraves para a proteção do bem-estar, como reações alérgicas. É paradoxal, assim, que a escola tenha alto poder formador e, ao mesmo tempo, não conscientiza os alunos no que diz respeito a um imbróglio tão assustador.

Urge, destarte, desbancar os impasses associados ao empecilho. Para tanto, o governo federal deve, mediante o Ministério da Saúde – órgão incumbido de propiciar uma saúde digna à população – aplicar os cofres públicos para reduzir a superlotação de hospitais, clínicas e farmácias, com o fito de diminuir a prática da automedicação na nação. Também, as escolas devem desenvolver a criticidade dos estudantes quanto à automedicação, com a finalidade de tornar tal prática atípica. Feito isso, poder-se-á ver o país em progresso, e o bem-estar platônico irá, enfim, ser executado com êxito.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

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