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#41694
Convivemos diariamente com as consequências dos maus hábitos alimentares que levam à obesidade no Brasil. Segundo Lair Ribeiro, médico e escritor brasileiro, “Aquele que não tem tempo para cuidar da saúde vai ter que arrumar tempo para cuidar da doença”, nos trás a reflexão de que devemos estar sempre atentos e vigilantes sobre nossa saúde.
Ao examinar os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o “IBGE”, verifica-se que 12% dos homens acima de vinte anos são obesos, e por outro lado, as mulheres ocupam aproximadamente 16,9% desta estatística. Em primeiro lugar, cabe ressaltar que grande parte desta população obesa são pessoas de baixa renda, que consequentemente não tem acesso a uma alimentação saudável e de qualidade. Logo, essas condições levam não só ao ganho de peso, mas ao possível surgimento de doenças acarretadas pelo mesmo. Como por exemplo, diabetes mellitus, pressão arterial elevada e até mesmo o aumento exacerbado do colesterol ruim, o “LDL”.
Ao analisar a questão da Obesidade na sociedade, vê-se que anteriormente em torno de quarenta anos atrás, tinham-se mais dificuldades em alcançar esta porcentagem de ganho de peso, já atualmente com a modernização dos trabalhos manuais, já não se tem mais o hábito, nem ao menos o incentivo de gastar energias com exercícios ou trabalhos braçais.
Outro ponto relevante, é o trabalho em excesso que acaba culminando maus hábitos alimentares, que leva-se a substituição de uma refeição à um lanche de valor calórico elevado, ou, abrindo mão de ambos. Levando em conta que a grande maioria são jovens trabalhadores e/ou estudantes, a falta de tempo poderia levar a tais atitudes, que, futuramente resultaria a prejudicialidade de sua própria saúde.
Ademais, é fato que, temos atualmente o acesso facilitado à academias e parques públicos, atividades que, geralmente são realizadas em grupos, o que faz com que se torne um incentivo à essa população.
Em suma, campanhas e palestras alertando a respeito dos riscos da alimentação inadequada seria um grande passo para a conscientização destas pessoas. Juntamente com o aumento de profissionais da saúde responsáveis e à disposição para consultas e acompanhamentos seria de grande valia, sabendo que, ciente de como prosseguir, poderiam utilizar dos seus próprios recursos já existentes para manter uma saúde mais adequada.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Intolerância Religiosa no Brasil.

GlendaMorais , poderia corrigir, por favor?

Oi, Ana Uma correção já foi […]

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