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A discussão sobre a fome no Brasil não é recente, ela se arrasta por longos anos. Dada que a situação é alarmante em todas a localidades, entretanto com um alerta maior as regiões afastadas do centro-sul. É de extrema urgência que medidas sejam tomadas para o amparo dessa parcela, que muitas vezes é esquecida.
Em 2017 segundo o IBGE (Instituto Brasileiro em Geografia e Estatística), havia mais de 7 milhões de pessoas passando fome no Brasil. Já em 2021 a rede Pessan (Rede Brasileira em Soberania e Segurança Alimentar) publicou que nos últimos meses de 2020, 19 milhões de brasileiros passaram fome. Em ambos os dados é importante apontar o avanço da crise econômica que assola o Brasil, portanto dificultando o acesso à realizar uma simples refeição para as famílias mais carentes.
Adicionando-se aos fatos apresentados, é necessário dizer que de acordo com o IBGE, 60% da população que passa por insegurança alimentar encontra-se nas regiões Norte e Nordeste, sendo 6,3% moradores da zona rural. Em ambos a distribuição de renda quanto de alimentos são extremamente desiguais, além do fator climático que é mais um agravante às regiões. Assim mostrando o direto contraste entre o centro-sul e o resto do país.
Com o propósito de que futuramente os indivíduos deste país não tenham realidade tão árdua, é indispensável que sejam tomadas as devidas atitudes. Começando pelo Estado junto ao Ministério da Economia e a Secretária de Publicidade e Patrocínio o investimento em ONGs (Organizações Não Governamentais) como "Amigos do Bem". Esse investimento seria econômico dando ajuda tanto a ONG quanto as pessoas que ela atende, e a Secretaria iria ajudar a divulgação de campanha de alimentos, assim alcançando regiões extremas com o intuito de reduzir a porcentagem de pessoas que vivem com fome. A partir de mudanças como essas se espera que a fome no Brasil, seja apenas uma mancha no passado que fora removida.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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