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#43724
Há cerca de 90 anos atrás, o governo alemão promovia um evento histórico: a queima de milhares de livros, ato opressor que visava “purificar” e “proteger” a cultura e os cidadãos. Na atualidade, o problema que antes era a censura e a repressão se transforma de maneira antagônica. É evidente que, no Brasil, a formação de novos leitores enfrenta grandes desafios, principalmente quanto se diz respeito à quantidade e a qualidade da leitura no país. Ou seja, a liberdade cultural brasileira enfrenta hoje grandes inimigos – como o alto custo e baixa disponibilidade dos livros no mercado brasileiro e o sistema educacional precário, fatores que contribuem para a falta de valorização e incentivo à leitura no país.

Para a formação de novos leitores no Brasil um agente é exclusivamente essencial: os livros. Porém seu custo e sua disponibilidade dificultam muito o processo de acesso a eles, o que é visível pelo valor de compra dos livros estar aumentando nos últimos anos, causando até mesmo o fechamento e a falência de lojas famosas do ramo. Isso não acontece devido à falta de procura e sim pela alta taxação das editoras, que impedem o crescimento das grandes e pequenas livrarias. Mas e quem não possui condições para até mesmo comprar um livro? É atingido pelo descaso da estrutura brasileira – a maioria das bibliotecas públicas funciona em estado precário e na maioria das vezes não consegue atender a populações residentes em locais remotos ou de difícil acesso. Dessa maneira, a leitura torna-se praticamente um privilégio de quem possui condições sociais e econômicas para praticá-la.

Outro ponto também crucial diz respeito ao sistema educacional brasileiro. Imbuído de falta de materiais, descaso governamental, voltado em grande parte somente para a preparação para o mercado de trabalho e vítima de falta de profissionais e greves frequentes, o incentivo à leitura acaba tornando-se um tópico indiferente. A problemática torna-se que, sem praticar a leitura e desenvolver a criatividade e o pensamento crítico que ela proporciona, aumenta-se ainda mais as chances dos futuros brasileiros caírem em uma alienação cultural cada vez mais intensa. Como diria o sociólogo Émile Durkheim, o indivíduo só pode agir na medida em que conhece seu contexto, origem e condições – fatores que grande parte são conhecidos através da literatura e da consciência social que ela propõe. Portanto, é visível que desprezar e tratar com indiferença a leitura e sua prática constante é um claro paralelo a tratar com desleixo e abandono as crianças, jovens e os futuros cidadãos do próprio país.

Diante dos fatos abordados acima, é nítido que o Brasil enfrenta grandes adversidades no que diz respeito à formação de novos leitores. Por isso, é necessário que o Ministério da Educação promova a habituação e o contato de adultos e crianças com a leitura, por meio de políticas de diminuição de impostos e implementações na estrutura educacional e de bibliotecas públicas, para que haja a diminuição do preço dos livros, manutenção de espaços literários públicos e criação de programas de assistência social e educacional a crianças que incentivam e apoiam a leitura. Dessa maneira, o país assegurará um futuro consciente e permeado de educação e cultura, construindo um futuro diferente do passado: para que os livros não sejam queimados novamente, e sim valorizados e utilizados como armas para a construção de uma sociedade melhor.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 120

Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#43824
CORREÇÃO (X)

Há cerca de 90 anos atrás, o governo alemão promovia um evento histórico: a queima de milhares de livros, ato opressor que visava “purificar” e “proteger” a cultura e os cidadãos. Na atualidade, o problema que antes era a censura e a repressão se transforma de maneira antagônica. É evidente que(,)(1) no Brasil, a formação de novos leitores enfrenta grandes desafios, principalmente quanto se diz respeito à quantidade e à(2) qualidade da leitura no país. Ou seja, a liberdade cultural brasileira enfrenta hoje grandes inimigos – como o alto custo e baixa disponibilidade dos livros no mercado brasileiro e o sistema educacional precário, fatores que contribuem para a falta de valorização e incentivo à leitura no país.

Para a formação de novos leitores no Brasil,(3) um agente é exclusivamente essencial: os livros. Porém seu custo e sua disponibilidade dificultam muito o processo de acesso a eles, o que é visível pelo valor de compra dos livros estar aumentando nos últimos anos, causando até mesmo o fechamento e a falência de lojas famosas do ramo. Isso não acontece devido à falta de procura e sim pela alta taxação das editoras, que impedem o crescimento das grandes e pequenas livrarias. Mas e quem não possui condições para até mesmo comprar um livro? É atingido pelo descaso da estrutura brasileira – a maioria das bibliotecas públicas funcionam(4) em estado precário e na maioria das vezes não consegue atender a populações residentes em locais remotos ou de difícil acesso. Dessa maneira, a leitura torna-se praticamente um privilégio de quem possui condições sociais e econômicas para praticá-la.

Outro ponto também crucial diz respeito ao sistema educacional brasileiro. Imbuído de falta de materiais, descaso governamental, voltado em grande parte somente para a preparação para o mercado de trabalho e vítima de falta de profissionais e greves frequentes, o incentivo à leitura acaba tornando-se(6) um tópico indiferente. A problemática torna-se que(7), sem praticar a leitura e desenvolver a criatividade e o pensamento crítico que ela proporciona, aumenta-se ainda mais as chances dos futuros brasileiros caírem em uma alienação cultural cada vez mais intensa. Como diria o sociólogo Émile Durkheim, o indivíduo só pode agir na medida em que conhece seu contexto, origem e condições – fatores que grande parte são conhecidos através da literatura e da consciência social que ela propõe. Portanto, é visível que desprezar e tratar com indiferença a leitura e sua prática constante é um claro paralelo a tratar com desleixo e abandono as crianças, jovens e os futuros cidadãos do próprio país.

Diante dos fatos abordados acima, é nítido que o Brasil enfrenta grandes adversidades no que diz respeito à(8) formação de novos leitores. Por isso, é necessário que o Ministério da Educação promova a habituação e o contato de adultos e crianças com a leitura, por meio de políticas de diminuição de impostos e implementações na estrutura educacional e de bibliotecas públicas(!) para que haja a diminuição do preço dos livros, manutenção de espaços literários públicos e criação de programas de assistência social e educacional a crianças que incentivam e apoiam a leitura. Dessa maneira, o país assegurará um futuro consciente e permeado de educação e cultura, construindo um futuro diferente do passado: para que os livros não sejam queimados novamente, e sim valorizados e utilizados como armas para a construção de uma sociedade melhor.

(1)-Vírgula desnecessária. O aposto serve para inserir coisas que são irrelevantes, porém que explicam algo. Portanto, vale destacar que a palavra Brasil é importante sim na redação e precisa estar por causa do tema.
(2)-Se diz respeito à qualidade.
(3)-Oração posposta tem vírgula indicando a troca(Inversão das orações)
Oração em sua estrutura normal: Um agente é exclusivamente essencial para a formação de novos leitores no Brasil: os livros.
(4)-O verbo tem que concordar com o sujeito.
(5)-Sobre o primeiro desenvolvimento, de onde tirou isso tudo? É preciso de repertório para legitimar o que você fala. Se não, tudo que você falou se baseia em achismo.
(6)-Parabéns! Acertou o uso da ênclise em uma locução verbal.
(7)-Palavra desnecessária.
(8)-Não repita tanto uma palavra. Tem outras que possuem a mesma relação sintática, como "acerca", "de acordo", "sobre", "quanto a", "com relação a".
(!)-Sem vírgula.
(9)-A conclusão tem todos os elementos, porém eu identifiquei na finalidade o detalhamento. Faça ele no agente, pois é mais evidente para o corretor.

É isso que tenho a falar:

Estude sinônimos.
Estude pronomes relativos, porque eu não identifiquei ele no seu texto e eles geram bastante fluidez. Os pronomes no geral dão.
Acesse o material de apoio do fórum que tem tudo isso que falei e ainda mais.
materiais-de-apoio-f6.html
#44130
Geralcinoj escreveu:CORREÇÃO (X)

Há cerca de 90 anos atrás, o governo alemão promovia um evento histórico: a queima de milhares de livros, ato opressor que visava “purificar” e “proteger” a cultura e os cidadãos. Na atualidade, o problema que antes era a censura e a repressão se transforma de maneira antagônica. É evidente que(,)(1) no Brasil, a formação de novos leitores enfrenta grandes desafios, principalmente quanto se diz respeito à quantidade e à(2) qualidade da leitura no país. Ou seja, a liberdade cultural brasileira enfrenta hoje grandes inimigos – como o alto custo e baixa disponibilidade dos livros no mercado brasileiro e o sistema educacional precário, fatores que contribuem para a falta de valorização e incentivo à leitura no país.

Para a formação de novos leitores no Brasil,(3) um agente é exclusivamente essencial: os livros. Porém seu custo e sua disponibilidade dificultam muito o processo de acesso a eles, o que é visível pelo valor de compra dos livros estar aumentando nos últimos anos, causando até mesmo o fechamento e a falência de lojas famosas do ramo. Isso não acontece devido à falta de procura e sim pela alta taxação das editoras, que impedem o crescimento das grandes e pequenas livrarias. Mas e quem não possui condições para até mesmo comprar um livro? É atingido pelo descaso da estrutura brasileira – a maioria das bibliotecas públicas funcionam(4) em estado precário e na maioria das vezes não consegue atender a populações residentes em locais remotos ou de difícil acesso. Dessa maneira, a leitura torna-se praticamente um privilégio de quem possui condições sociais e econômicas para praticá-la.

Outro ponto também crucial diz respeito ao sistema educacional brasileiro. Imbuído de falta de materiais, descaso governamental, voltado em grande parte somente para a preparação para o mercado de trabalho e vítima de falta de profissionais e greves frequentes, o incentivo à leitura acaba tornando-se(6) um tópico indiferente. A problemática torna-se que(7), sem praticar a leitura e desenvolver a criatividade e o pensamento crítico que ela proporciona, aumenta-se ainda mais as chances dos futuros brasileiros caírem em uma alienação cultural cada vez mais intensa. Como diria o sociólogo Émile Durkheim, o indivíduo só pode agir na medida em que conhece seu contexto, origem e condições – fatores que grande parte são conhecidos através da literatura e da consciência social que ela propõe. Portanto, é visível que desprezar e tratar com indiferença a leitura e sua prática constante é um claro paralelo a tratar com desleixo e abandono as crianças, jovens e os futuros cidadãos do próprio país.

Diante dos fatos abordados acima, é nítido que o Brasil enfrenta grandes adversidades no que diz respeito à(8) formação de novos leitores. Por isso, é necessário que o Ministério da Educação promova a habituação e o contato de adultos e crianças com a leitura, por meio de políticas de diminuição de impostos e implementações na estrutura educacional e de bibliotecas públicas(!) para que haja a diminuição do preço dos livros, manutenção de espaços literários públicos e criação de programas de assistência social e educacional a crianças que incentivam e apoiam a leitura. Dessa maneira, o país assegurará um futuro consciente e permeado de educação e cultura, construindo um futuro diferente do passado: para que os livros não sejam queimados novamente, e sim valorizados e utilizados como armas para a construção de uma sociedade melhor.

(1)-Vírgula desnecessária. O aposto serve para inserir coisas que são irrelevantes, porém que explicam algo. Portanto, vale destacar que a palavra Brasil é importante sim na redação e precisa estar por causa do tema.
(2)-Se diz respeito à qualidade.
(3)-Oração posposta tem vírgula indicando a troca(Inversão das orações)
Oração em sua estrutura normal: Um agente é exclusivamente essencial para a formação de novos leitores no Brasil: os livros.
(4)-O verbo tem que concordar com o sujeito.
(5)-Sobre o primeiro desenvolvimento, de onde tirou isso tudo? É preciso de repertório para legitimar o que você fala. Se não, tudo que você falou se baseia em achismo.
(6)-Parabéns! Acertou o uso da ênclise em uma locução verbal.
(7)-Palavra desnecessária.
(8)-Não repita tanto uma palavra. Tem outras que possuem a mesma relação sintática, como "acerca", "de acordo", "sobre", "quanto a", "com relação a".
(!)-Sem vírgula.
(9)-A conclusão tem todos os elementos, porém eu identifiquei na finalidade o detalhamento. Faça ele no agente, pois é mais evidente para o corretor.

É isso que tenho a falar:

Estude sinônimos.
Estude pronomes relativos, porque eu não identifiquei ele no seu texto e eles geram bastante fluidez. Os pronomes no geral dão.
Acesse o material de apoio do fórum que tem tudo isso que falei e ainda mais.
materiais-de-apoio-f6.html
@Geralcinoj,
Muito obrigada, me ajudou muito!! Tenho somente uma dúvida, ali onde você disse sobre o embasamento.. no primeiro desenvolvimento, eu utilizei fatos (como o fechamento das lojas e a taxação das editoras), isso não serve pra embasar? Tenho a impressão de que usar muitas citações deixa o texto muito expositivo, sei lá..
De qualquer forma muito obrigada!! Você é incrível, espero que tenha um tempo pra ver outras das minhas redações qualquer hora, abraços :D
#44151
FernandaZw escreveu:@Geralcinoj,
Muito obrigada, me ajudou muito!! Tenho somente uma dúvida, ali onde você disse sobre o embasamento.. no primeiro desenvolvimento, eu utilizei fatos (como o fechamento das lojas e a taxação das editoras), isso não serve pra embasar? Tenho a impressão de que usar muitas citações deixa o texto muito expositivo, sei lá..
De qualquer forma muito obrigada!! Você é incrível, espero que tenha um tempo pra ver outras das minhas redações qualquer hora, abraços :D
Olá, Fernanda. Eu deixo claro que o que você falou pode ser fatos, porém é preciso expor a fonte desses fatos, se não será somente a sua opinião que está sendo exposta, lembrando que o Enem cobra uma redação dissertativa-argumentativa. Desse modo, de maneira bem superficial, é preciso tanto dissertar quanto argumentar. As dissertações são textos científicos e os, argumentativos expõe apenas a sua visão sobre algo, sem expor dados comprovativos.
Ademais, muito obrigado pelos elogios. Fico feliz em ler o que você escreveu, de verdade. :mrgreen:
#44153
Sobre o primeiro desenvolvimento, vi que você fez uma citação de Emile Durkheim, então desconsidere o que falei no (5). :lol: Sim, é isso mesmo. O ideal é somente uma citação. Peço desculpa pelo meu erro. :oops:

Como já houve correção nada a[…]

Sua nota ficou 760! Espero ter ajudado!!

Atualmente no Brasil cerca de 60% da populaç[…]

Nada a acrescentar sobre a sua redaçã[…]

Corrija seu texto agora mesmo, é de GRAÇA!

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