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#52464
O processo da Globalização foi marcado por permitir o “rompimento”das barreiras da informação, isto é, garantiu que o conhecimento advindo das de outras nacionalidades percorressem por todo Brasil. Outrossim, deve-se argumentar que as mídias sociais foram importantes coadjuvantes para esse processo. Contudo, tal prerrogativa trouxe,também, o retrocesso informacional, principalmente quando se observa o grande estigma associado as doenças mentais na sociedade brasileira. Isso se deve, sobretudo, à inércia governamental e à banalização dos problemas mentais.

Nessa perspectiva, relacionando ao parágrafo anterior, é necessário ressaltar como a inércia do Governo Federal aumenta o estigma relacionado às doenças mentais no Brasil. À vista disso, segundo filósofo contratualista John Locke, o Estado lesiona o “Contrato Social”, pois essa autoridade não garante o aprendizado adequado aos brasileiros, sobre as seriedade dos transtornos mentais. Dessarte, com a precariedade medidas informacionais, o corpo social depende da própria comunidade para adquirir conhecimentos sobre tal problema. Conquanto, essa busca por informações é distorcida progressivamente, visto que a minoria da população sabe a realidade das doenças mentais, emergindo, ainda mais, o estigma sobre elas no País.

Ademais, é válido salientar a banalização dos problemas mentais como impulsionador desses estigmas no Brasil. Assim sendo, de acordo com a pensadora Hannah Arendt, com base em sua teoria “Banalização do Mal”, a sociedade banaliza assuntos necessário para um desenvolvimento harmônico da Nação. Dessa forma, é comum observar no dialeto popular, a afirmação que transtornos mentais são “besteira”, inferiorizando o público que passa por esses obstáculos. Logo, a banalização pela falta de informação atinge grande parte do País, e influencia, diretamente, os estigmas dos problemas mentais.

Depreende-se, portanto, medidas para combater esses estigmas, desse modo, cabe ao Ministério da Saúde, agente responsável pela saúde pública do Brasil, com apoio de cidadão que já passaram por transtornos mentais, promover, por meio da internet e mídias televisivas, propagandas informacionais sobre, a realidade dos problemas mentais. Assim, essa ação tem como objetivo abranger toda a população, para que os brasileiros, de todas as idades, compreendam que é imprescindível a valorização da importância dos transtornos e problemas mentais.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 120

Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 120

Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 120

Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 180

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#52622
GuiGts11 escreveu:O processo da Globalização foi marcado por permitir o “rompimento” das barreiras da informação, isto é, garantiu que o conhecimento advindo de outras nacionalidades percorressem por todo Brasil. Outrossim, deve-se argumentar que as mídias sociais foram importantes coadjuvantes para esse processo. Contudo, tal prerrogativa trouxe, também, o retrocesso informacional, principalmente quando se observa o grande estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira. Isso se deve, sobretudo, à inércia governamental e à banalização dos problemas mentais.

Nessa perspectiva, relacionando ao parágrafo anterior, é necessário ressaltar como a inércia do Governo Federal aumenta o estigma relacionado às doenças mentais no Brasil. À vista disso, segundo filósofo contratualista John Locke, o Estado lesiona o “Contrato Social”, pois essa autoridade não garante o aprendizado adequado aos brasileiros, sobre a seriedade dos transtornos mentais. Dessarte, com a precariedade medidas informacionais, o corpo social depende da própria comunidade para adquirir conhecimentos sobre tal problema. Conquanto, essa busca por informações é distorcida progressivamente, visto que a minoria da população sabe a realidade das doenças mentais, emergindo, ainda mais, o estigma sobre elas no País.

Ademais, é válido salientar a banalização dos problemas mentais como impulsionador desses estigmas no Brasil. Assim sendo, de acordo com a pensadora Hannah Arendt, com base em sua teoria “Banalização do Mal”, a sociedade banaliza assuntos necessário para um desenvolvimento harmônico da Nação. Dessa forma, é comum observar no dialeto popular, a afirmação que transtornos mentais são “besteira”, inferiorizando o público que passa por esses obstáculos. Logo, a banalização pela falta de informação atinge grande parte do País, e influencia, diretamente, os estigmas dos problemas mentais.

Depreende-se, portanto, medidas para combater esses estigmas, desse modo, cabe ao Ministério da Saúde, agente responsável pela saúde pública do Brasil, com apoio de cidadãos que já passaram por transtornos mentais, promover, por meio da internet e mídias televisivas, propagandas informacionais sobre, a realidade dos problemas mentais. Assim, essa ação tem como objetivo abranger toda a população, para que os brasileiros, de todas as idades, compreendam que é imprescindível a valorização da importância dos transtornos e problemas mentais.
#52905
Oi, boa noite! Agora estou ocupada com uns compromissos da faculdade, então não posso corrigir agora.
@XxDamastco , pode dar uma olhada?

Enfim @GuiGts11 , quando eu ficar livre aqui, venho conferir seu texto de novo. Vou demorar um pouco nas minhas tarefas aqui, mas se ninguém tiver corrigido até lá, eu corrijo ;) :D
#52916
@GuiGts11, Então vou dar uma olhada no teu comentário e anular a redação exposta.
Não vou contar erros de grafia e nem avaliar a redação devido a complexidade de explicar todos os fatores.Quanto a nota deixo aos demais. Só vou dar uma palinha:
Contextualização:
O processo da Globalização foi marcado por permitir o “rompimento” das barreiras da informação, isto é, garantiu que o conhecimento advindo de outras nacionalidades percorressem por todo Brasil.
(Defenda isso no começo do desenvolvimento 1, o que a globalização tem a ver com a saúde mental?)

Outrossim, deve-se argumentar que as mídias sociais foram importantes coadjuvantes para esse processo. Contudo, tal prerrogativa trouxe, também, o retrocesso informacional, principalmente quando se observa o grande estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira. Isso se deve, sobretudo, à inércia governamental e à banalização dos problemas mentais.
(Ok as mídias sociais ficaram paralelamente no processo da quebra das barreiras. Como trouxe o retrocesso como ponto de observação a doenças mentais ? Ok, sobre o bolo está como principais causas o governo e a banalização social.)
[Argumente de maneira cronológica o entre parênteses para melhor organicidade=nota]
Desenvolvimento 1:
Nessa perspectiva, relacionando ao parágrafo anterior, é necessário ressaltar como a inércia do Governo Federal aumenta o estigma relacionado às doenças mentais no Brasil. À vista disso, segundo filósofo contratualista John Locke, o Estado lesiona o “Contrato Social”, [Desconexo] pois essa autoridade não garante o aprendizado adequado aos brasileiros, sobre a seriedade dos transtornos mentais. Dessarte, com a precariedade medidas informacionais, o corpo social depende da própria comunidade para adquirir conhecimentos sobre tal problema [,assim, ajudando a...][detalhe +].
(Corte o abaixo, não serve para nada.)
Conquanto, essa busca por informações é distorcida progressivamente, visto que a minoria da população sabe a realidade das doenças mentais, emergindo, ainda mais, o estigma sobre elas no País.

[Em vermelho: É proibido juntar o desenvolvimento e introdução. Introdução/Desenvolvimento (s)/Conclusão, são uma coisa só,mas não devem estar interligados!]

Ademais, é válido salientar a banalização dos problemas mentais como impulsionador desses (plural ?) estigmas no Brasil. Assim sendo, de acordo com a pensadora Hannah Arendt, com base em sua teoria “Banalização do Mal”, a sociedade banaliza assuntos necessário para um desenvolvimento harmônico da Nação. Dessa forma, é comum observar no dialeto popular, a afirmação que transtornos mentais são “besteira”, inferiorizando o público que passa por esses obstáculos. Logo, a banalização pela falta de (Compromisso) informação atinge grande parte do País, e influencia, diretamente, os estigmas dos problemas mentais.

[Em vermelho:Foi isso que entendi com o que passou.
Claramente doença mental é diferente de problema mental que também é diferente de saúde mental... tangenciou sem nem mesmo perceber... Leia a proposta atentanente e perceberá.]

Muito complexo eu explicar daqui pra frente. Recomendo que leia a introdução e depois a conclusão e veja a quantidade de furos e depois leia o desenvolvimento 2 e veja que não abordou. Fim.
@AhNaoAna, Claro ,mas não garanto um trabalho elaborado.
#52948
De modo geral, e complementando o que já foi dito, estruture e organize melhor seu desenvolvimento e argumentação, achei principalmente seu desenvolvimento 1 bem confuso.
Perceba como você repetiu diversas vezes algumas palavras, como "banalização" no desenvolvimento 2 ( isso poluiu bastante o texto)
Não achei sua conclusão péssima, ela está organizada, mas pode ser melhorada, você poderia ter dado um melhor embasamento...
Creio que muitas observações já foram apresentadas anteriormente, leve-as em consideração ;)

Espero ter ajudado mais um pouco! Desculpe qualquer coisa.

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