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Simone Biles, atleta cujo desempenho individual é o mais esperado nas olimpíadas, diante de tanta pressão, ela chocou o mundo ao anunciar desistência na final de saltos, afirmando esta com problemas mentais. Em relação com a realidade de Biles, está a de muitos cidadãos, já que os estigmas associados às doenças mentais configura um desafio a ser resolvido. Dessa maneira, é imperioso que a situação seja resolvida, para os problemas mentais não mais se reflita o contexto atual da pátria. Isso ocorre, seja pela negligência governamental ou a descriminação dessa classe pelo preconceito da população.

Sob esse analise, é válido constatar que fatores relevantes são combinadas na estruturação dessa problemática. Dentre eles, destaca-se a omissão estatal neste caso. De acordo com a OMS(Organização Mundial da Saúde), o Brasil é o país mais ansioso do mundo e a que apresenta o maior número de casos de depressão da América Latina e, mesmo diante desse cenário alarmante, os tratamentos às doenças mentais, quando oferecidos, não são, na maioria das vezes, eficazes. Isso acontece por falta de investimentos públicos em centros especializados no tratamento de pessoas com essas condições. Consequentemente, muitos portadores, principalmente os de menor renda, não são sabidamente tratados, contribuindo para marginalização perante o corpo social. Nesse sentindo, infere-se que medidas devem ser tomadas para que esse quadro seja rapidamente reversível.

Paralelamente, além da negligência governamental, é fundamental o debate acerca da discriminação dessa classe pelo preconceito da população. Esse preconceito se dá por equivocadas ideais de felicidade disseminados na sociedade como matas universais. Entretanto, essas concepções separam os "fortes" dos "fracos", em que tais fracos, geralmente interagem a classe em discussão, dado que não atingem essas metas estabelecidas como a estabilidade emocional. Por consequência, esses que não alcançam os objetivos são julgados e excluídos da vida social. Tal conjuntura racismo os que portam transtorno, nesse caso. Dessa maneira, essa problemática deve ser solucionada para que pessoas não sejam excluídos do âmbito social.

Portanto, são essenciais medidas operantes para a reversão do estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira. Para isso, cabe ao Ministério da Saúde investir na melhora da qualidade dos tratamentos a essas doenças nos centros públicos especializados de cuidados, destinando mais medicamentos e contratando mais profissionais da área. Isso deve ser feito pelo Tribunal de Contas da União(órgão que opera feitos públicos), com o propósito de ampliar os atendimentos a esses pacientes e oferece-los um tratamento eficaz. Ademais, palestras devem ser realizadas em espaços públicos, sobre os malefícios das falsas concepções de prazer e da importância do acolhimento dos vulneráveis.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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