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#47946
A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito de acessibilidade à saúde como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa os desafios da saúde pública no Brasil, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a ineficiência na distribuição dos direitos básicos à saúde no país. Nesse sentido, podemos observar uma desigualdade crescente, onde apenas uma parcela da população comanda o país, na qual rege em benefício próprio. Fato esse que podemos assimilar com o período colonial, onde apenas os nobres tinham acesso a uma saúde de qualidade. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do "contrato social", já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a saúde, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar a falta de médicos como impulsionador dos problemas na saúde pública no Brasil. Segundo o Organização Mundial da Saúde (OMS), o ideal é que haja 1 médico para cada habitante. O Brasil possui 2,11 médicos para cada mil habitantes, entretanto, a distribuições desses médicos é desigual, havendo mais médicos em regiões mais ricas do que em outras mais pobres. Diante de tal exposto, é notável a crescente desigualdade social no nosso país, aumentando assim a má qualidade da saúde pública. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esse obstáculo. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Saúde em conjunto com Estado, por meio de um investimento pesado por parte do Governo, impulsione uma melhoria na saúde pública brasileira - indispensável para o bem estar da população - a fim de diminuir a desigualdade e proporcionar uma melhor qualidade de vida para todos. Assim, se consolidará uma sociedade mais democrática e justa, onde o Estado desempenha corretamente seu "contrato social", tal como afirma John Locke.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

#47948
A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito de acessibilidade à saúde como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa os desafios da saúde pública no Brasil, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a ineficiência na distribuição dos direitos básicos à saúde no país. Nesse sentido, podemos observar uma desigualdade crescente, onde apenas uma parcela da população comanda o país, na qual rege em benefício próprio. Fato esse que podemos assimilar com o período colonial, onde apenas os nobres tinham acesso a uma saúde de qualidade. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do "contrato social", já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a saúde, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar a falta de médicos como impulsionador dos problemas na saúde pública no Brasil. Segundo o Organização Mundial da Saúde (OMS), o ideal é que haja 1 médico para cada habitante. O Brasil possui 2,11 médicos para cada mil habitantes, entretanto, a distribuições desses médicos é desigual, havendo mais médicos em regiões mais ricas do que em outras mais pobres. Diante de tal exposto, é notável a crescente desigualdade social no nosso país, aumentando assim a má qualidade da saúde pública. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esse obstáculo. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Saúde em conjunto com Estado, por meio de um investimento pesado por parte do Governo, impulsione uma melhoria na saúde pública brasileira - indispensável para o bem estar da população - a fim de diminuir a desigualdade e proporcionar uma melhor qualidade de vida para todos. Assim, se consolidará uma sociedade mais democrática e justa, onde o Estado desempenha corretamente seu "contrato social", tal como afirma John Locke.

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