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#50538
De acordo com o Artigo 1° da Declaração Universal dos Direitos Humanos: "Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos". Contudo, no Brasil, o direito à saúde tem encontrado várias dificuldades quanto a sua universalização, visto que essa prerrogativa não tem se consolidado com ênfase na prática quando se observa os efeitos da pandemia do coronavírus na saúde mental, posto que não só está presente a negligência governamental, como também é vigente o uso excessivo das redes sociais.

Antes de tudo, é válido ressaltar a notória ausência de medidas governamentais para combater os efeitos negativos da pandemia de 2020 na saúde mental. Nesse sentido, pode-se apontar que a inconsciência de que os efeitos da pandemia têm se tornado um grave problema de saúde pública no país - a qual tem se reverberado após o presidente Jair Bolsonaro dizer em entrevista que a doença covid-19 se trata de uma "gripezinha" - pode fazer com que os necessitados não procurem ajuda e não recebam o auxílio que precisam. Essa problemática, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, se caracteriza como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a educação, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar o uso excessivo das redes sociais como impulsionador dos problemas de saúde mental encontrados na pandemia do coronavírus. Segundo a revista Ciência e Saúde Coletiva, essa é a primeira vez que a comunicação no mundo "real" só é possível via conexão digital. Desse modo, as redes sociais durante a pandemia são essenciais para se manter contato com as pessoas e à informação, porém quando usada de modo excessivo ao checar informações constantemente, pode causar transtornos de ansiedade e depressão essencialmente pelo "medo" vivenciado nesse tempo. Assim, é inaceitável que o cenário dos problemas continue a persistir.

Portanto, é necessário combater esses obstáculos. Para isso, é mister que o Ministério da Educação, por meios midiáticos - em especial aos televisivos -, propague informações verídicas sobre a atual crise de saúde mental no país e também sobre métodos de se controlar a fobia na pandemia, a fim de fazer com que os necessitados saibam a real importância de se adquirir ajuda médica. Desse modo, se consolidará uma sociedade mais justa, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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