• Avatar do usuário
#72891
De acordo com a constituição federal de 1988, em seu artigo 6°, a educação é um direito inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado em virtude da problemática política, social e econômica do país. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a observância dos desafios para o combate ao analfabetismo no Brasil, dos quais salienta-se a desigualdade na educação das crianças, o acesso à escola e a extrema pobreza.
Mormente, segundo o instituto Brasileiro de geografia e estatística (IBGE), o Brasil possui cerca de 13,96% de analfabetos funcionais e 7,4% analfabetos com 15 anos ou mais. Nesse sentido, é preciso reconhecer que esses jovens e adultos em sua maioria pobres vivem o seu tempo de direito à educação, que lamentavelmente ainda não foi plenamente legitimado pela sociedade e pelo poder público fora das escolas e adentrando o mercado de trabalho informal para auxiliarem no sustento das famílias.
É incontestável que a questão da desigualdade na educação das crianças e a falta de investimentos no suporte escolar, está entre as causas do problema. Segundo Nelson Mandela “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”. No entanto, é notório que, no Brasil, a dessemelhança da educação escolar interfere na alfabetização das pessoas, visto que a falta de investimento na rede pública modifica a qualidade de ensino. Dessa forma, é evidente que existem falhas no princípio da isonomia, no qual todos devem ser tratados igualmente.
Portanto, não há dúvidas de que é preciso que seja tomada uma iniciativa para mudar a questão. Por isso, as Secretarias Estaduais de Educação (SEE), que entre suas atribuições estão as gestões de alimentação, transporte e planos estaduais de educação, deve promover projetos governamentais elaborados, com altos investimentos com a afinidade de melhorar o ensino, por intermédio de melhoria na infraestrutura e contratação de profissionais qualificados para as pessoas adquirirem o melhor conhecimento. Nessa lógica, o intuito de tal medida é diminuir o índice de analfabetos no país, e trazer mais conhecimento para o povo brasileiro. Evidentemente, outras iniciativas devem ser tomadas, pois, de acordo com Confúcio, “Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Olá, Bia. A sua redação n&at[…]

eurodrigo anasilva1 Bia2201 3m1ly Gi6[…]

eurodrigo Obrigado pela avaliaçã[…]

oii, estou de volta pessoal!!! Gostaria que corrig[…]

Corrija seu texto agora mesmo, é de GRAÇA!

Novo aplicativo de correção gratuita para redação ENEM