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Por Pedronelsoon
#45029
O Filme “O Gambito da Rainha”, conta a história de uma criança que perde precocemente sua mãe e entra na lista de adoção, somente depois de muitos anos ela é finalmente adotada, contudo, sua amiga a qual era negra não. Nesse contexto, apesar de se tratar de uma ficção, o filme parece refletir, em parte, a realidade do cenário brasileiro, uma vez que a questão da adoção precisa ser analisada, a fim de buscar soluções que possam, de fato, ser viáveis. Dessa forma, não há dúvidas que aspectos individualistas por parte dos adotantes, atrelada à negligência governamental, corroboram com a problemática.
A princípio, é necessário relacionar os impactos negativos aos padrões seletivos atuais. Nessa perspectiva, some-se, a adotantes que em sua maioria buscam crianças novas, brancas e sem problemas de saúde. Multiplica-se, ao fato de que essa não é a realidade presente na maioria dos orfanatos brasileiros. O resultado dessa equação, infelizmente, são crianças que necessitam de um lar e esperam por ele em uma fila, mas não se encaixam em padrões pré-estabelecidos. Por certo, a atual crise de covid-19 amplia as desigualdades, de modo que as crianças não recebem um acompanhamento ou, uma vez infectada, tratamento médico adequado em orfanatos.
Além desses efeitos, é importante salientar a negligência por parte do Governo, em âmbitos Municipais e Federais. Para Aristóteles, a igualdade consiste em tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida de suas desigualdades. Assim sendo, o pensamento aristotélico deve ser direcionado pelos governos aos jovens que completam 18 e não são adotados, pois muitas vezes, não se inserem no mercado e também não contam com o apoio dos orfanatos. Com isso, a menos que sejam formuladas políticas afirmativas com o intuito de mitigar alguma deficiência educacional que a casa de adoção não pôde suprir, essa desigualdade não será alterada.
A situação da adoção no Brasil, portanto, deve ser tratada de forma prioritária pelo Estado. Cabe ao Ministério da Cidadania, órgão responsável em promover aspectos sociais em todo o território nacional, fomentar a solidariedade em futuras pessoas interessadas em entrar no cadastro brasileiro de adoção. Isso será feito, por meio da distribuição de cartilhas informativas com materiais didáticos, juntamente com a implementação de programas de jovem aprendiz para adolescentes maiores de 16 anos em orfanatos. Espera-se, com isso, uma sociedade justa e harmônica que, assim como a máxima de Aristóteles, rompe com desigualdades no corpo social.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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