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#70222
Chemamanda é uma das famosas escritoras século XXI, ela leva consigo a seguinte frase, “se repetimos uma coisa várias vezes ela se torna normal. Se vemos uma coisa com frequência, ela se torna normal” . Por certo, a violência, os abusos e o feminicídio são problemas recorrentes no Brasil, que comumente estampam capas de jornais e revistas, e que infelizmente está começando a se normalizar. Evidentemente, a manifestação de desprezo pela mulher e pelo feminino é uma grande influenciadora desde a antiguidade. Assim como, a violência psicológica e a cultura patriarcal acabam sendo fatores do grande número de mortes do sexo feminino no Brasil.
Pode-se observar que, desde a escritura bíblica já impuseram uma condição secundária à mulher, e ainda, atribui-lhe a culpa pela quebra do encanto do paraíso. Por certo, difundiu-se a partir dessa simples interpretação errada, a condição de submissão feminina, ante a ascendência do homem em todas as relações. Desde então, os números não param de crescer e por mais que várias instituições mundiais tentem amenizar esse problema, ainda não é suficiente. O homicídio contra as mulheres se tornou algo histórico e comum, que deixa rastros de corpos diariamente e que precisa ser parado urgentemente.
Além disso, a violência tem nuances diferentes, geralmente manifestada em graus variados, sendo a violência psicológica uma das principais e mais comum, que normalmente evolui para agressão, resultando no feminicídio. Além de que com todos os avanços sociais e legais, ainda se vive em uma cultura patriarcalista . Muitas pessoas não aconselham as vítimas a saírem de seus relacionamentos e nem mesmo encorajam as mesmas a denunciarem, fazendo com que aumente a gravidade e agressividade do abuso.
Portanto, o governo tem a responsabilidade de cooperar com ONGs para que assim, possam apresentar as violências tanto psicológicas como também físicas á delegacia da Mulher, com mais rapidez, além do estado fiscalizar os processos. É inegavelmente, ainda, que as instituições de educação passem a promover em aulas e palestras, a igualdade de gênero, para que, futuramente, não exista mais o patriarcalismo. Quem sabe assim, o fim do feminicídio deixe de ser uma utopia.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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