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#77888
É notório que, não só no Brasil mas também no mundo todo, muitas mulheres sonham em serem mães. Elas planejam desde de muito cedo como seria seu futuro com um marido e filhos. Porém, sera mesmo que todas dessas mulheres realmente querem viver a maternidade? Essa pergunta vem sendo feita com mais frequência no século XXI, ressaltando a vontade da mulher e seu poder de escolha sobre seu próprio corpo e sua vida. Pois, com o machismo estruturado na sociedade, muitas mulheres são induzidas ao decorrer de toda a sua vida a terem filnos, como se essa fosse sua obrigacão, sem ser levado em conta o que realmente querem.

Em primeira instância, vale enfatizar como pessoas de sexo feminino são, por muitas vezes, coagidas à terem filhos por influencias de diversos tipos, impedindo muitas vezes de poderem refletir sobre essa decisão tão importante. Nesse contexto, pode-se aplicar a citação da filósofa Angela Davis "A opressão é multifatorial". Assim como na frase citada, são diversos os fatores que influenciam por geracões as mulheres a terem terem filhos como se fosse um objetivo de vida. Seja pela romanização da gravidez criada em ambiente familiar desde a infância, seja pela pressão de um marido que quer uma família tradicional para manter uma "boa aparência", pequenas ações acabam por induzir essa visão de que a mulher tem que ter como principal função na terra a criação e cuidados do lar.E isso só acaba por oprimir ainda mais o gênero, e acarretar problemas psicológicos e inseguranças para muitas mães "forçadas" e uma conturbada criacão para as crianças.

Nesse ínterim, outra causa da Maternidade compulsória é a organização, muitas vezes do próprio governo de uma sútil ou não, para fazer com que seja difícil de uma mulher impedir de engravidar. Bem como mecanismos feitos por lei para impedir o aborto, que inclusive é um ato ilegal no Brasil, ajudam à firmar essa forma de opressão, em que uma mulher não pode decidir legalmente sobre o que acontece consigo mesma, e muito frequentemente opite por realizar o aborto de forma clandestina e perigosa, podendo causar até a sua morte. Diante desse cenário, é aplicávela citação de Pierre Bordieu "o que foi criado para ser um instrumento de democracia não pode ser convertido em instrumento de opressão. Seguindo esse viés, não se pode criar e fomentar leis que impeçam pessoas de seguir seus diretos básicos e oprimam.

Portanto, para que a maternidade compulsória não seja mais um problema no Brasil, urge que o Governo, na figura do Ministério da Saúde, em conjunto do Ministério da Justiça, legalizem o aborto e criem campanhas, por meio da tranmissão na em rede aberta e em redes sociais, sobre metódos contraceptivos para prevenção da gravidez. Para que assim, mulheres se sintam mais a vontade ao saberem que tem escolha de serem mães ou não, e que por conseguência, aos poucos o gênero feminino não se sinta mais obrigado a cumprir papéis que o patriarcado impõe.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 120

Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#77901
Sua redação está boa!
Não irei detalhar na correção, mas vou atentar somente alguns pontos principais.
- Uso da vírgula.
- Concordância.
- Vocabulário impreciso, em poucos casos. Eu melhorei nesse aspecto quando priorizei utilizar palavras que eu já conhecia, apesar de serem mais simples.
- Ortografia (como em sútil, que deveria ser sutil).

Tirando isso, sua redação, em termos de conhecimento de mundo e embasamento está ótimo, apesar de eu discordar veementemente com o argumento da "legalização do aborto", daí eu afirmo seriamente que a resolução final para o problema é o combate à gravidez indesejada.
Sendo assim, a ideia de que o corpo é da mulher é verídica, mas e o corpo do filho? Não é nem do pai, nem da mãe. Há quem discorde de que um feto seja vida, mas logicamente e biologicamente é. Alguns poucos cientistas, se não me engano, deixam a questão em branco, mas nunca decidem de fato, simplesmente pelo motivo de "pluralidade de opiniões". Entretanto, não se pode normalizar a morte de seres em potencial, ora, conhece a ideia de Aristóteles sobre Potência e Ato? Potência é aquilo que se pode ser e Ato aquilo que é, sendo assim, se você inibe a potência de um ser matando-o você estaria impedindo que esse ser seja um ato. Claro, olhando para a mulher, deve-se ao máximo protegê-la, mas o aborto legal, em casos que um casal tem um(a) filho(a), sabendo das consequências possíveis de uma gravidez, é hediondo, reforço: é hediondo, se a prevenção é possível, então por que não fazer? Finaliza-se com o fato de "o homem não irá carregar o filho na "barriga"(útero, com o saco amniótico acoplado ao endométrio), então por que ele poderia decidir pela mulher? Ora, o homem deve sim, assim como é obrigado a "carregar o filho na barriga", doando sua vida pelo filho(a), da mesma forma que a mãe, mas, se não quer ter filho, simples: previna. Poderia debruçar inúmeros assuntos sobre o citado assunto, mas tenho quase certeza que, no seu caso, apesar de você ter estudado algo sobre, não tem um conhecimento aprofundado nesse aspecto, é um conhecimento unilateral, é como tentar voar como uma asa, utilizando-me de uma metáfora.

Não quero aqui criar uma briga, nem sequer te deixar desconfortável, mas não consigo entender como que para alguns o que pode ser uma vida é para outros considerado como um amontoado de células.

Chegará o dia em que teremos que provar ao mundo que a grama é verde.
G.K. Chesterton

Por fim, boa sorte na sua jornada.

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