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Por KISTX
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Em 2014 na abertura do Seminário Global pelo Fim da Violência Sexual, a atriz Angelina Jolie afirmou que não há vergonha em ser uma sobrevivente da violência sexual a vergonha é do agressor. Atualmente, mesmo com a existência de leis, homens e mulheres em intensidades diferentes, sofrem com assédio sexual no trabalho, o qual ocasiona a sensação de constrangimento e vulnerabilidade. Isso ocorre por conta do machismo, que impõe diretamente a mulher a fragilidade e o silenciamento.

Em primeiro lugar, vale ressaltar que o patriarcado é enraizado na sociedade há tempos, exclusivamente no trabalho, que em determinadas vezes impõe a mulher a fragilidade. De acordo com a escritora e filósofa Simone de Beauvoir "É pelo trabalho que a mulher vem diminuindo a distância que a separava do homem, somente o trabalho poderá garantir-lhe uma independência concreta". Entretanto, a "independência concreta" mencionada é impedida pelo patriarcado, sendo petulante, controlador que declara fragilidade ao corpo feminino portando ao assédio. Dessa forma, a ignorância da sociedade e os privilégios masculinos contribuem para o agravamento da situação.

Ademais, no expediente o abuso de poder ocasiona o silenciamento, que carrega consigo a perturbação. Segundo a jornalista e poeta Cecília Meireles "Toda vez que um justo grita, um carrasco vem calar. Quem não presta fica vivo, quem é bom, manda matar". Sem dúvidas, após o assédio, o poema aponta a realidade desses corpos calados pela civilização, o qual oprime os bons e exalta os maus, além disso, há ainda uma resistência de ajuda, assim torna-se uma pessoa retraída e injustiçada. Desse modo, não somente o físico, mas seu psicológico é afetado com pensamentos e ações negativas sobre o próprio corpo o subjugando como "sujo".

Em suma, o assédio sexual no trabalho é uma causa que deve ser levada a sério. Portanto, é dever do Estado promover campanhas contra o assédio através de canais telecomunicadores e palestras em empresas e escolas de modo a conscientizar sobre a importância da denúncia. Somente assim, o agressor não ficará impune e será exposto de seus atos cometidos.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 193

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 180

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#71796
Em 2014 na abertura do Seminário Global pelo Fim da Violência Sexual, a atriz Angelina Jolie afirmou que não há vergonha em ser uma sobrevivente da violência sexual a vergonha é do agressor. Atualmente, mesmo com a existência de leis, homens e mulheres em intensidades diferentes, sofrem com assédio sexual no trabalho, o qual ocasiona a sensação de constrangimento e vulnerabilidade. Isso ocorre por conta do machismo, que impõe diretamente a mulher a fragilidade e o silenciamento.

Em primeiro lugar, vale ressaltar que o patriarcado é enraizado na sociedade há tempos, exclusivamente no trabalho, que em determinadas vezes impõe a mulher a fragilidade. De acordo com a escritora e filósofa Simone de Beauvoir "É pelo trabalho que a mulher vem diminuindo a distância que a separava do homem, somente o trabalho poderá garantir-lhe uma independência concreta". Entretanto, a "independência concreta" mencionada é impedida pelo patriarcado, sendo petulante, controlador que declara fragilidade ao corpo feminino portando ao assédio. Dessa forma, a ignorância da sociedade e os privilégios masculinos contribuem para o agravamento da situação.

Ademais, no expediente o abuso de poder ocasiona o silenciamento, que carrega consigo a perturbação. Segundo a jornalista e poeta Cecília Meireles "Toda vez que um justo grita, um carrasco vem calar. Quem não presta fica vivo, quem é bom, manda matar". Sem dúvidas, após o assédio, o poema aponta a realidade desses corpos calados pela civilização, o qual oprime os bons e exalta os maus, além disso, há ainda uma resistência de ajuda, assim torna-se uma pessoa retraída e injustiçada. Desse modo, não somente o físico, mas seu psicológico é afetado com pensamentos e ações negativas sobre o próprio corpo o subjugando como "sujo".

Em suma, o assédio sexual no trabalho é uma causa que deve ser levada a sério. Portanto, é dever do Estado promover campanhas contra o assédio através por meio de canais telecomunicadores e palestras em empresas e escolas de modo a conscientizar sobre a importância da denúncia. Somente assim, o agressor não ficará impune e será exposto de seus atos cometidos.
* Faltou detalhamento
* Não fique na conscientização somente, é algo ineficaz

O Brasil tem enfrentado sérios problemas no[…]

* A acrescente **** No início do texto.

O Brasil tem enfrentado, com frequência, pro[…]

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