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A minissérie "Maid" mostra a vida de uma mulher que, ao conseguir se libertar de um relacionamento abusivo, enfrenta dificuldades para sustentar sua filha e a si mesma. Fora da ficção, entretanto, esse tipo agressivo de se relacionar, muitas vezes, não tem tal libertação, podendo levar até mesmo a morte. Dessa forma, a sociedade moderna está, infelizmente, sujeita a persistência dessas vítimas, em sua maioria, mulheres, devido a realidade machista brasileira e falta de apoio oferecido.
Primordialmente, vale ressaltar que indivíduos de ambos os sexos podem ser prejudicados com relacionamentos abusivos. Contudo, considerando a construção histórica da sociedade patriarcal, a qual traz consigo a ideia de que o dever das mulheres é satisfazer os desejos dos homens, é perceptível que o maior número de afetados é do sexo feminino, decorrente da objetificação que pode ser vista, por exemplo, em dançarinas de programas de TV, como as "panicats". Assim, a visualização de mulheres como objetos possibilita o sentimento de posse, o que gera, consequentemente, o controle excessivo, característica marcante desses maus relacionamentos.
Além disso, é importante destacar que pessoas submetidas a esse tipo de violência psicológica e, por vezes, física não se sentem confiantes ou seguras para terminar e denunciar esses laços. Ademais, em uma entrevista realizada pelo "Fantástico" com algumas vítimas, após compreenderem bem o que havia acontecido, todas relataram não só que eram constantemente manipuladas e, por isso, não possuíam real noção do que estava acontecendo, como também, a dificuldade para se denunciar esses casos posteriormente. Em suma, a falta de informações disponíveis sobre o assunto, de ajuda psicológica e de facilitadores de denúncia contribuem para perpetuação desse tema na comunidade.
É necessário, portanto, que haja uma crescente manifestação sobre essa problemática, objetivando o seu gradativo término. Para isso, o Ministério da Saúde em conjunto com o Ministério da Cultura devem investir verbas nos canais de comunicação, buscando ampliar as informações de reconhecimento, as formas de denúncia e a ajuda psicológica. Somente assim será provável que a persistência de relacionamentos abusivos deixa de fazer cada vez mais vítimas.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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