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#59364
A Constituição Federal de 1988 - documento mais importante de um país - prevê em seu artigo 6°, o direito a saúde como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto tal perrogativa não se reverbera com êxito quando se observa " O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira." Dessa forma, faz-se imperiosa a análise dos fatores que contribuem para essa situação
Em primeira análise, vale salientar a ausência de medidas governamentais para combater os estigmas promovidos principalmente nas escolas. A inexistência de profissionais qualificados na comunidade escolar é um dos principais fatores para o combate ao preconceito relacionado as doenças mentais , promovendo assim, um alto índice de depressão entre jovens no Brasil. Conforme afirma o filósofo e educador brasileiro Paulo Freire " Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda." Para se ter uma sociedade empatica, precisa-se de uma educação de qualidade.
Ademais, deve-se ressaltar o governo como impulsionador de grande parte da escassez de informação entre os cidadãos. Tem-se no Brasil uma diversidade de meios que podem contribuir para a propagação de informações e ferramentas que poderiam ser utilizadas para divulgar os dados tão alarmantes sobre as doenças mentais e seus estigmas. Conquanto o governo não tem manifestado preocupação com os casos, logo, não estão cumprindo com o seu papel na sociedade. Conjuntura, que conforme o filósofo contratualista Jonh Locke, configura-se como uma " quebra no contrato no social" , já que os cidadãos não tem se beneficiado desse direito não importante - que é a informação - .
Depreende-se portanto, a necessecidade de medidas governamentais para combater esses obstáculos. Sendo assim, é fundamental que os Governos Federal e Estaduais invistam na qualificação de profissionais da educação, para combater os estigmas nas escolas, e em meios de comunicação para propagar informações necessárias para que a sociedade se mantenha informada desses dados alarmantes. Dessa forma, se consolidara uma sociedade justa, e sem quebra no contrato no social, conforme afirma Jonh Locke.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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