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Exclusiva do século XIX, a segunda revolução industrial trouxe severas mudanças no cotidiano da população global e para as grandes potências com o surgimento da indústria química. Contudo, tais avanços também se tornaram responsáveis pela extração excessiva não só de recursos renováveis como também dos não-renováveis. Diante desse contexto, cabe a análise de uma das principais consequências, oriundas da fabricação de produtos, tais como: a liberação, em grande escala de poluentes atmosféricos nocivos aos seres vivos e a extração demasiada de árvores.

As indústrias são as principais responsáveis pelo desgaste ecológico global, pois emitem diariamente gases poluentes atmosféricos. Segundo o livro "A história das coisas", de Annie Leonard, foi alcançado em 2009 um número elevado de partes por milhões de dióxido de carbono na atmosfera, sendo a maioria emitido pela indústria. Dessa maneira, é inequívoco que o campo industrial seja o maior responsável pela poluição atmosférica do planeta.

Ademais, a extração da madeira principalmente em áreas florestais, tem aumentado demasiadamente. Isso ocorre para que haja recursos o suficiente para a produção de matérias, como o papel. Todavia, o desmatamento para a extração da madeira não somente afeta o nível de produção de oxigênio total planeta, como também contribui para os deslizamentos de terra, uma vez que suas raízes ajudam na fixação do solo.

Depreende-se, portanto, que a indústria é responsável pela utilização de recursos naturais em excesso, com objetivo lucrativo, e tendo como uma de suas principais consequências a liberação de gases nocivos aos seres vivos. Com base nisso, faz-se necessário que o ministério do meio ambiente fiscalize os elementos quantitativos de recursos extraídos e busque a diminuição das emissões de poluentes atmosféricos, através de ações como: a criação de áreas verdes em espaço urbanos e incentivo ao uso de instrumentos que minimizem os gases poluentes. Espera-se com isso manter certo equilíbrio ecológico e reduzir a liberação de dióxido de carbono, elevando, assim, o número de partes por milhões (ppm) desses gás nocivos à vida se liberado em excesso humana, como apontado por Anne Leonard.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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