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Por NayraSantos
#31417
Para o pensador francês Pierre Bourdieu, "aquilo que foi criado para ser instrumento de democracia, não deve ser convertido em uma ferramenta de manipulação". Essa visão, embora correta, não é efetivada no hodierno cenário brasileiro, posto que, tanto o transporte - ônibus - quanto a mobilidade urbana, distanciam-se de assegurar o direito constitucional de ir e vir a todos. Isso ocorre, ora pela inação das esferas governamentais para conter esse dilema, ora em função do crescimento desordenado das cidades. Assim, hão de ser analisados tais fatores, a fim de que se possa liquidá-los de maneira eficaz.
A priori, é imperioso destacar que o modelo rodoviarista de Juscelino Kubitschek, foi um marco negativo a mobilidade urbana, fruto do despreparo da baixa atuação dos setores governamentais para lidar com a influência dessa tecnologia. Isso porque, ao priorizar estradas, os governos de outrora e de agora ignoraram outras possibilidades itinerantes, capazes de desafogar o fluxo cada vez maior de veículos. Esse neofordismo fomentado por partes políticas de cunho financeiro, tangenciou os meios públicos de locomoção, o que contribuiu para o inchaço urbano. Essa realidade é evidenciada segundo um levantamento feito pela consultoria de transportes, em que, "São Paulo é o 4° no ranking das cidades mais engarrafadas do mundo em 2017". Desse modo, faz-se mister a reformulação da postura estatal de forma urgente.
Outrossim, é imperativo pontuar que, enquanto o Estado facilita a entrada de novos veículos, as cidades erguem-se desodernadas, seja por uma urbanização tardia, seja pela favelização e verticalização dos centros urbanos. Tamanha metropolização encontrou no trânsito caótico as ferramentas para o regresso econômico. Isso se torna mais claro, por exemplo, ao se observar o cenário dos acidentes de trânsito ocorridos na contemporaneidade, em que segundo dados divulgados pelo portal "G1", "a cada 1 hora, 5 pessoas morrem em acidentes de trânsito no Brasil nos últimos 10 anos - 2009 a 2019 -". Sendo assim, essa liquidez que influi sobre a mobilidade urbana atua como um entrave que dificulta a sua resolução.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esse impasse. Para tanto, cabe ao Ministério da Infraestrutura - ramo do Estado responsável pelas políticas nacionais de trânsito e de transportes - investir, nos meios públicos de locomoção como ônibus, metrôs e VLT's, por meio da inicitiva privada, para que haja a diminuição da alíquota de veículos elétricos, com o fito de garantir o direito constitucional de ir e vir do cidadão. Quiçá, assim, tal hiato reverter-se-à, fazendo "jus", àquilo que fora apregoado pelo pensador francês Bourdieu.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 110

Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 150

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 150

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

Por NayraSantos
#31579
NayraSantos escreveu:Para o pensador francês Pierre Bourdieu, "aquilo que foi criado para ser instrumento de democracia, não deve ser convertido em uma ferramenta de manipulação". Essa visão, embora correta, não é efetivada no hodierno cenário brasileiro, posto que, tanto o transporte - ônibus - quanto a mobilidade urbana, distanciam-se de assegurar o direito constitucional de ir e vir a todos. Isso ocorre, ora pela inação das esferas governamentais para conter esse dilema, ora em função do crescimento desordenado das cidades. Assim, hão de ser analisados tais fatores, a fim de que se possa liquidá-los de maneira eficaz.
A priori, é imperioso destacar que o modelo rodoviarista de Juscelino Kubitschek, foi um marco negativo a mobilidade urbana, fruto do despreparo da baixa atuação dos setores governamentais para lidar com a influência dessa tecnologia. Isso porque, ao priorizar estradas, os governos de outrora e de agora ignoraram outras possibilidades itinerantes, capazes de desafogar o fluxo cada vez maior de veículos. Esse neofordismo fomentado por partes políticas de cunho financeiro, tangenciou os meios públicos de locomoção, o que contribuiu para o inchaço urbano. Essa realidade é evidenciada segundo um levantamento feito pela consultoria de transportes, em que, "São Paulo é o 4° no ranking das cidades mais engarrafadas do mundo em 2017". Desse modo, faz-se mister a reformulação da postura estatal de forma urgente.
Outrossim, é imperativo pontuar que, enquanto o Estado facilita a entrada de novos veículos, as cidades erguem-se desodernadas, seja por uma urbanização tardia, seja pela favelização e verticalização dos centros urbanos. Tamanha metropolização encontrou no trânsito caótico as ferramentas para o regresso econômico. Isso se torna mais claro, por exemplo, ao se observar o cenário dos acidentes de trânsito ocorridos na contemporaneidade, em que segundo dados divulgados pelo portal "G1", "a cada 1 hora, 5 pessoas morrem em acidentes de trânsito no Brasil nos últimos 10 anos - 2009 a 2019 -". Sendo assim, essa liquidez que influi sobre a mobilidade urbana atua como um entrave que dificulta a sua resolução.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esse impasse. Para tanto, é fundamental que o Governo Federal proponha uma campanha midiática intitulada "A importância da utilização de transportes públicos", por meio de subsídios ao Ministério das Comunicações, a partir da qual serão ensinadas medidas de administração e de uso dos transportes públicos, com a finalidade de diminuir a alíquota de veículos elétricos e garantir o direito constitucional de ir e vir do cidadão. Quiçá, assim, tal hiato reverter-se-à, fazendo "jus", àquilo que fora apregoado pelo pensador francês Bourdieu.
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Por jherodrigues
#50379
Para o pensador francês Pierre Bourdieu, "aquilo que foi criado para ser instrumento de democracia, não deve ser convertido em uma ferramenta de manipulação". [faltou conectivo] Essa visão, embora correta, não é efetivada no hodierno cenário brasileiro, posto que, tanto o transporte - ônibus - quanto a mobilidade urbana, distanciam-se de assegurar o direito constitucional de ir e vir a todos. Isso ocorre, ora pela inação das esferas governamentais para conter esse dilema, ora em função do crescimento desordenado das cidades. Assim, hão de ser analisados tais fatores, a fim de que se possa liquidá-los de maneira eficaz.

A priori, é imperioso destacar [deveria ter apresentado o argumento antes do repertório] que o modelo rodoviário de Juscelino Kubitschek, foi um marco negativo a mobilidade urbana, fruto do despreparo da baixa atuação dos setores governamentais para lidar com a influência dessa tecnologia. [faltou conectivo] Isso < evite repetir conectivos e palavras] porque, ao priorizar estradas, os governos de outrora e de agora ignoraram outras possibilidades itinerantes, capazes de desafogar o fluxo cada vez maior de veículos. [faltou conectivo]Esse "neofordismo" fomentado por partes políticas de cunho financeiro, tangenciou os meios públicos de locomoção, o que contribuiu para o inchaço urbano. [faltou conectivo]Essa realidade é evidenciada segundo um levantamento feito pela consultoria de transportes, em que, "São Paulo é o 4° no ranking das cidades mais engarrafadas do mundo em 2017". Desse modo, faz-se mister a reformulação da postura estatal de forma urgente.
* Parágrafo desorganizado, precisa situar suas ideias na estrutura do desenvolvimento: chamar o argumento + repertório + argumentação + arrematação
* Também precisa fazer mais o uso dos conectivos


Outrossim, é imperativo pontuar que, enquanto o Estado facilita a entrada de novos veículos, as cidades erguem-se desordenadas, seja por uma urbanização tardia, seja pela favelização e verticalização dos centros urbanos. [faltou conectivo]Tamanha metropolização encontrou no trânsito caótico as ferramentas para o regresso econômico. [faltou conectivo]Isso se torna mais claro, por exemplo, ao se observar o cenário dos acidentes de trânsito ocorridos na contemporaneidade, em que segundo dados divulgados pelo portal "G1", "a cada 1 hora, 5 pessoas morrem em acidentes de trânsito no Brasil nos últimos 10 anos - 2009 a 2019 -". Sendo assim, essa liquidez que influi sobre a mobilidade urbana atua como um entrave que dificulta a sua resolução.
* Mesma coisa do § anterior, precisa de organização

[colocar o conectivo primeiro] Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esse impasse. Para tanto, cabe ao Ministério da Infraestrutura - ramo do Estado responsável pelas políticas nacionais de trânsito e de transportes - investir, [sem vírgula] nos meios públicos de locomoção como ônibus, metrôs e VLT's, por meio da iniciativa privada, para que haja a diminuição da alíquota de veículos elétricos, com o fito de garantir o direito constitucional de ir e vir do cidadão. Quiçá < fuja da sensação de dúvida], assim, tal hiato reverter-se-á, fazendo "jus", àquilo que fora apregoado pelo pensador francês Bourdieu.
* Intervenção completa
* Mais atenção na pontuação
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Por joanavitoria
#50431
Olá! Aqui está sua correção :) Se eu tiver avaliado algo erroneamente, pode me avisar que eu corrijo!
* = Erros de ortografia e pontuação que corrigi ao longo da leitura.

Introdução

Para o pensador francês Pierre Bourdieu, "aquilo que foi criado para ser instrumento de democracia* não deve ser convertido em uma ferramenta de manipulação". Essa visão, embora correta, não é efetivada no hodierno cenário brasileiro, posto que* tanto o transporte coletivo* quanto a mobilidade urbana* distanciam-se de assegurar o direito constitucional de ir e vir a todos. Isso ocorre* ora pela inação das esferas governamentais para conter esse dilema, ora em função do crescimento desordenado das cidades. Assim, hão de ser analisados tais fatores, a fim de que se possa liquidá-los de maneira eficaz.

Boa introdução, mas tome cuidado com o uso incorreto da vírgula. Além disso, não se esqueça de sempre usar conectivos no início dos períodos para interligar as partes do seu texto.

Desenvolvimento I

A priori, é imperioso destacar que o modelo rodoviarista de Juscelino Kubitschek* foi um marco negativo a mobilidade urbana, fruto do despreparo da baixa atuação dos setores governamentais para lidar com a influência dessa tecnologia. Isso porque, ao priorizar estradas, os governos de outrora e de agora ignoraram outras possibilidades itinerantes, capazes de desafogar o fluxo cada vez maior de veículos. Esse neofordismo,* fomentado por partes políticas de cunho financeiro, tangenciou os meios públicos de locomoção, o que contribuiu para o inchaço urbano. Essa realidade é evidenciada segundo um levantamento feito pela consultoria de transportes, em que "São Paulo é o 4° no ranking das cidades mais engarrafadas do mundo em 2017". Desse modo, faz-se mister a reformulação da postura estatal de forma urgente.

Como disse anteriormente, você precisa fazer mais uso de conectivos e, como colocado pelo corretor acima, organizar melhor suas ideias: primeiro explique a problemática para o autor, depois apresente seu repertório e depois conclua sua argumentação. Porém gostei bastante da sua argumentação, você foi a fundo na problematização do tema.

Desenvolvimento II

Outrossim, é imperativo pontuar que, enquanto o Estado facilita a entrada de novos veículos, as cidades erguem-se desordenadas*, seja por uma urbanização tardia, seja pela favelização e verticalização dos centros urbanos. Tamanha metropolização encontrou no trânsito caótico as ferramentas para o regresso econômico. Isso se torna mais claro, por exemplo, ao se observar o cenário dos acidentes de trânsito ocorridos na contemporaneidade.* Segundo dados divulgados pelo portal "G1", *a cada 1 hora, 5 pessoas morrem em acidentes de trânsito no Brasil nos últimos 10 anos - 2009 a 2019 -. Sendo assim, essa liquidez que influi sobre a mobilidade urbana atua como um entrave que dificulta a sua resolução.

Conclusão

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esse impasse. Para tanto, cabe ao Ministério da Infraestrutura (agente) - ramo do Estado responsável pelas políticas nacionais de trânsito e de transportes - investir (ação), nos meios públicos de locomoção como ônibus, metrôs e VLT's, por meio (meio) da iniciativa* privada, para que (finalidade) haja a diminuição da alíquota de veículos elétricos, com o fito de garantir o direito constitucional de ir e vir do cidadão. Quiçá, assim, (detalhamento) tal hiato reverter-se-á*, fazendo jus* àquilo que fora apregoado pelo pensador francês Bourdieu.

Conclusão completa, mas um adendo: tome cuidado com o uso de palavras muito rebuscadas, tais como "quiçá". É claro que não há nada de errado em usar palavras formais e se é até recomendado, porém o surgimento de uma palavra muito extravagante no meio de uma redação de padrão normal acaba quebrando a unidade da frase.

Bom, é isso. Você possui uma ótima argumentação dissertativo-argumentativa, só precisa tomar cuidado com:
- Erros de ortografia e pontuação, principalmente referente ao uso da vírgula (revisar seu texto antes de passar a limpo evita que muitos desses erros ocorram);
- Usar mais conectivos ao início dos períodos;
- Organizar melhor a estrutura do desenvolvimento;
- Evitar termos muito extravagantes que acabam ficando desconexos.

Espero ter te ajudado. Continue treinando, você é capaz <3

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