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A evolução do sistema capitalista, da globalização e do mercado de trabalho fez com que grande parte populacional recorressem à uma alimentação de mais rápido preparo, visto que, na contemporaneidade, a necessidade de economizar tempo cresceu. Nesse sentido, é possível perceber que o Brasil não difere dessa característica ao apresentar gradativamente estatísticas que validam o crescimento de tal ato. Sob essa ótica, cabe discutir acerca das publicidades apresentadas pelas indústrias alimentícias, bem como, os efeitos que inadequados hábitos nutricionais da população promovem.
Nessa perspectiva, é significativo referir-se sobre a ausência de políticas públicas efetivas que atuem na divulgação de conhecimentos básicos sobre a nutrição. Acerca desse aspecto, o jornal Folha de São Paulo relatou que a indústria alimentícia brasileira tem 70% do lucro anual baseado em compras de alimentos como “fast food” e enlatados. Isso mostra a negligência, principalmente, comercial, ao tornar cotidiano campanhas midiáticas que influenciam o consumo em massa de alimentos não saudáveis.
Em decorrência dessa questão, é importante enfatizar que a grande parte da população que usufrui do consumo de alimentos industriais desencadeiam inúmeros problemas de saúde. Conforme mostra o G1, a obesidade no Brasil cresceu 60% nos últimos 10 anos, além disso, doenças crônicas, anemia, distúrbios alimentares e perda de qualidade de vida são os problemas mais decorrentes. Com isso, é inegável que os inadequados hábitos alimentícios propiciam resultados que afetam diretamente a vida da população consumista sendo necessário, com frequência, recorrer a médicos nutricionistas e nutrólogos para haver uma reabilitação.
Infere-se, portanto, que políticas públicas devem atuar em combate aos desafios que inviabilizam a alimentação saudável presente na sociedade brasileira. Para isso, faz-se necessário que, o Ministério da Saúde, vinculado às Instituições escolares busquem desenvolver medidas ao combate de tais desafios referenciados. Essa ação poderá ser otimizada em ambientes formais ou informais, procurando conscientizar, principalmente as famílias, com o objetivo de solucionar a situação pela raiz. Outrossim, leis protetivas contra propagandas industriais alimentícias devem ser mais rígidas, de modo que impeçam a sua infração. Somente desse modo a má alimentação brasileira diminuirá.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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