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Desde a Revolução Industrial e a ascensão do capitalismo, o mundo vem, demasiadamente, priorizando produtos e mercados em detrimento de valores humanos essenciais. De maneira análoga, é evidente o descaso do governo em relação à realidade desumana do sistema prisional brasileiro. Como exemplo desse atual cenário temos a falta de condições sanitárias adequadas e a superlotação das unidades carcerárias.
Mormente, é importante analisar a deplorável situação sanitária na qual vivem os detentos. De acordo com o livro "presos que menstruam", que narra a história de diversas mulheres que vivem no presídio feminino, na falta de absorvente, as detentas utilizavam miolo de pão para conter sua menstruação, o que aumenta o risco de infecções e doenças. Nesse sentido, é inaceitável que, em um país signatário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, como o Brasil, os direitos básicos à saúde dos cidadãos sejam negligenciados de maneira tão flagrante sem a devida reação do Estado.
Vale também ressaltar a superlotação das unidades prisionais, que dificulta ainda mais o controle da marginalidade. Como principal causa deste excessivo número de pessoas nas penitenciárias, temos o encarceramento em massa, que consiste na visão cultural de que prender o criminoso sob regime fechado, é o único caminho para diminuir o crime. Apesar disso, o uso de métodos penais alternativos já vem sendo aplicado em países europeus e tem mostrado resultados significativos. Em alguns lugares como Holanda e Hungria, presídios estão sendo transformados em museus pela falta de presos. Desse modo, fica evidente que o encarceramento não é a melhor opção para o controle do crime.
Portanto, é imprescindível encontrar uma possível solução para a indiligência por parte do governo sobre a realidade do sistema prisional brasileiro. Para isso, a sociedade deve exigir os direitos a todos os cidadãos através de protestos pacíficos nas ruas. Espera-se com isso, uma reforma no sistema carcerário e uma consequente melhora nas condições de vida na cadeia.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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