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A constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país prevê em seu artigo 6º, o direito social a segurança como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a prática de bullying nas escolas do Brasil, dificultando, deste modo a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro. Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a violência do bullying no estado brasileiro. Nesse sentido, a prática do bullying nas escolas do Brasil é uma grande barreira para a sociedade. Vem permeando entre associação e culminando uma série de obstáculos. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do "contrato social", já que o estado não cumpre na sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a segurança das crianças e adolescentes nas escolas brasileiras, o que infelizmente é evidente no país. Outrossim, é fundamental apontar as sequelas e os danos físicos das vítimas como impulssionador dos grandes casos de suicídios entre eles crianças e adolescentes de 10 à 24 anos no Brasil. No filme Espanhol Bullying: provocações sem limites, o jovem personagem Jordi de 17 anos é violentamente agredido piscologicamente pelos seus colegas de classe. Diante de tal exposto o jovem Jordi comete suicídio. Desse jeito o jovem Cho Seung-Hiu, de 23 matou 32 pessoas na Universidade de Tecnologia da Virgínia, nos Estados Unidos, e depois se matou, ele era vitima de piadas e era ridicularizado pelos seus colegas por seu "jeito esquisito". É notório que esse problema gera caos na população, logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar. Evidencia-se, Portanto, a necessidade de se combater esses ostáculos. Em Suma, é imprescindível que o governo Federal, por intermédio de programas televisivos de grande audiência, se prontifique-se com campanhas e cartazes nas escolas afim de combater a violência do bullying - assim anular a violência física e psicológica na sociedade brasileira. Deste modo, se consolidará uma sociedade mais segura, onde o estado desempenha corretamente seu "contrato social", tal como afirma John Locke.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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