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Na obra “sociedade do cansaço”, do escritor Byng-Chul, retrata os esforços das pessoas de mostrarem a sua plena felicidade e satisfação. Nesse viés, com a tecnologia as relações sociais padronizou-se pela ausência de vivências reais do cotidiano. Não obstante, a realidade apresentada não tem se reverberado quando se observa a hodierna conjuntura. Visto que, a falta de conhecimento sobre outras perspectiva de vida se torna hermético e a desigualdade social oriunda da formação social, potencializam a falta de empatia nas relação sociais.
Em primeiro lugar, é necessário destacar que a educação possui um papel fundamental ao entender que ela deve prover mecanismos para que jovens obtenham acesso a múltiplas realidades. Segundo Nelson Mandela, ex presidente da África do Sul “a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo", portanto ensino com ênfase ampla tendem a formar cidadãos críticos. Assim, tornando-se conscientes das mazelas que permeiam a contemporaneidade.
Ademais, a desigualdade social, sobre tudo a desigualdade racial exime qualquer ato de compaixão frente a essa minoria na sociedade. Na música “depósito dos rejeitados” de Eduardo Taddeo, diz “pro bebê loiro é adoção, direito a infância pro negrinho, colaborador mensal a distância”, exprime a deturbada seletividade social. Paralelamente, o cancelamento nas redes sociais, que hoje é forma de protesto partilham da mesma divisão hegemônica, posto que, a efetiva exclusão afeta àqueles de que alguma forma já são suprimidos. Conquanto, a empatia presente na sociedade é exclusiva e danosa, fortalecendo a dinâmica social vigente.
Em suma, é preciso que o estado tome providência para atenuar a indiferença presente nas relações dos cidadãos, urge que o ministério da educação crie programas que fomentem a formação baseada na coletividade, respeito e empatia, proporcionando dinâmicas e atividades interativas com o intuito de promover a sensibilidade e responsabilidade que esse indivíduo possui enquanto ser sociável. Somente assim, será possível caminhar próxima a uma realidade idealizada como supracitada por Byng-Chul.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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