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#63458
“Oultlander” uma série da netiflix narra sobre o século XVIII, tendo como protagonista uma mulher, que “viajou” no tempo 200 anos atrás. Assim, a série traz a torna várias situações atuais de machismo, demostrando a necessidade de se combater os vários tipos de violência contra a mulher. Sob esse viés, violentar uma mulher não se remete apenas a algo físico, mas moral, social e psicológico. Diante dessa questão, a perpetuação de tais se remetem tanto a impunidade quanto a cultura de massa.

Sob essa perspectiva, mesmo sendo tipificado na Constituição Federal, promulgada em 1988, que a violência contra a mulher é crime, ainda assim, esses atos ficam à mercê da impunidade. Nesse contexto, em muitos casos, a cultura patriarcal contribui para que não ocorra a denúncia da violência, por medo do não acolhimento familiar ou econômico, mesmo tendo garantias na Constituição e na Lei Maria da Penha. Desse modo, a impunidade não está no fato de não se ter leis para combater a violência contra a mulher, mas no meio para se chegar ao jurídico. É, portanto, inaceitável que o governo não proporcione garantias anteriores e posteriores ao ato da denúncia, visto todos os riscos no processo.

Ademais, a cultura de massa é um dos fatores que mais caracterizam o corpo da mulher como objeto. Diante disso, essa banalização acaba por colaborar para violência sexual e física, sendo, em muitos caos, comportamentos influenciados ou estimulados pela mídia e familiares. Desse modo, a violência contra a mulher torna-se um fato social, que, Émile Durkheim, sociólogo, salientaria ser algo coercitivo, sendo que aquele que não seguem são excluídos. Esse tipo de comportamento de rebanho deveria ser problematizado pelos órgãos públicos, tendo em vista todos os maléficos sociais que causam.

Em síntese, objetiva-se sanar tal questão, não apenas na teoria, mas também da prática. Assim, cabe ao Ministério da Mulher, Família e dos Direitos humanos combater a violência contra a mulher, através de ações afirmativas (aliadas às políticas públicas), como medidas de cunho educacionais nas escolas, de modo a gerar equidade de gênero e respeito multo. Além disso, modificar o comportamento dos indivíduos e mudar a sexualização do corpo da mulher é fundamental, para que a violência contra mulher não seja um fato social.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.

#63572
Certo
Parcialmente certo
Errado
Ausência

Introdução
“Oultlander” uma série da netiflix, narra sobre o século XVIII, tendo como protagonista uma mulher, que viajou<Sem aspas] no tempo 200 anos atrás (Contextualização (1)). Assim, a série traz a torna<à tona] várias situações atuais de<do] machismo, demostrando a necessidade de se combater os vários tipos de violência contra a mulher. Sob esse viés, violentar uma mulher não se remete apenas a algo físico, mas moral, social e psicológico (Posicionamento (2)). Diante dessa questão, a perpetuação de tais se remetem tanto a impunidade quanto a cultura de massa. (Bases Argumentativas)

Comentário
(1) - Quando citar séries/filmes/livros você deve sim apresentar o personagem/conceito principal que está sendo discutido na obra, entretanto não é para relatar uma biografia do mesmo, mas sim fazer uma relação do tema com a ação dessa figura.
(2) - O posicionamento deve ter uma paráfrase ao tema + a sua opinião. É quase impossível notar o seu posicionamento, pois só foi dito os tipos de violência contra mulher.
---> A estrutura da introdução está completa.

Desenvolvimento
1.
Sob essa perspectiva, (Coesão interparágrafos) mesmo sendo tipificado na Constituição Federal, promulgada em 1988, que a violência contra a mulher é crime, ainda assim, esses atos ficam à mercê da impunidade (Tópico-frasal). Nesse contexto, em muitos casos, a cultura patriarcal (Argumento complementar) contribui para que não ocorra a denúncia da violência, por medo do não acolhimento familiar ou econômico (Explicação da tese), mesmo tendo garantias na Constituição e na Lei "Maria da Penha" (Repertório(3)). Desse modo, a impunidade não está no fato de não se ter leis para combater a violência contra a mulher, mas no meio para se chegar ao jurídico. É, portanto, inaceitável que o governo não proporcione garantias anteriores e posteriores ao ato da denúncia, visto todos os riscos no processo. (Apelo)

Comentário
(3) - Escreva um aposto sobre o objetivo da Lei.
----> O desenvolvimento 01 está completo. Apenas uma observação: eu nunca tinha visto antes usarem consequências + apelo, normalmente é usado apenas 1. Mas acredito que não comprometeu a fluidez do parágrafo.

2.
Ademais (Coesão interparágrafos), a cultura de massa é um dos fatores que mais caracterizam o corpo da mulher como objeto (Tópico-frasal). Diante disso, essa banalização acaba por colaborar para violência sexual e física, sendo, em muitos caos, comportamentos influenciados ou estimulados pela mídia e familiares (Argumento complementar). Desse modo, a violência contra a mulher torna-se um fato social, que, <sem vírgula] segundo Émile Durkheim, sociólogo, salientaria ser algo coercitivo, sendo que aquele que não seguem são excluídos (Repertório). Esse tipo de comportamento de rebanho deveria ser problematizado pelos órgãos públicos, tendo em vista todos os maléficos sociais que causam. (Apelo)
Explicação da tese (como)

Comentário
-----> Você disse que " [...] a cultura de massa é um dos fatores que mais caracterizam o corpo da mulher como objeto [...]", blz, esse é o nosso problema, em seguida foi dito "[...] influenciados ou estimulados pela mídia e familiares [...]", até aí tudo bem temos os porquês do problema acontecer, entretanto você não explicou como a mídia e a família tratam a mulher como um objeto. Logo, foi por isso que eu não considerei a presença da explicação da tese.

Conclusão
Em síntese, objetiva-se sanar tal questão, não apenas na teoria, mas também da prática. Assim, cabe ao Ministério da Mulher, Família e dos Direitos humanos (Agente) combater a violência contra a mulher(4), através de ações afirmativas (Ação)(aliadas às políticas públicas), como medidas de cunho educacionais nas escolas (Meio/modo), de modo a gerar equidade de gênero e respeito multo (Finalidade). Além disso(5), modificar o comportamento dos indivíduos e mudar a sexualização do corpo da mulher é fundamental, para que a violência contra mulher não seja um fato social.
Detalhamento

Comentário
(4) - Você poderia ter escrito o comando (ação) nesse trecho.
(5) - Deveria ser um conectivo conclusivo.
-----> A proposta de intervenção está incompleta, visto que não foi detalhado como serão as ações afirmativas.
#63576
@3m1ly, Primeiramente, gostaria de agradecer pela correção perfeita e, extremamente, detalhada. Segundamente, caso não for incomodar muito, poderia explicar por que não posso usar a virgula naquele "que" ou me recomendar algo que explique? Pfv!!

Só mais uma coisa, quando eu utilizei entre parentes (aliadas às políticas públicas), eu não detalhei a ação?


Muito sucesso para você e obrigada!!!S2
#63583
@Dante, Explico sim :D
1. "Que" está trazendo ideia de causa, pois você disse "[...] torna-se um fato social [...]", depois você citou Émile Durkheim como uma justificativa para sustentar a tese, por isso o "que" ficou com sentido de causa, mas você isolou ele entre vírgulas, então ele ficou com sentido de consequência.
2. Detalhamento: o detalhamento que você usou foi o detalhamento da ação, certo? Desse modo, existe dois tipos para o detalhamento da ação, sendo eles: a exemplificação e a justificativa. "aliadas às políticas públicas" não está dando exemplo de como vai ser feito as ações afirmativas e nem justificando-as.
Ex. exemplificação:
“Por isso é muito importante que todos os usuários da internet pesquisem em
diversas fontes diferentes, como por exemplo: vários sites, livros e jornais,
antes de tomar uma decisão importante”.

Ex. justificativa:
“Por fim, o indivíduo deve se atentar para não ser manipulado, afinal a internet
tem o dever de informar e não de influenciar
”.
#63595
@Dante, Por nada, olha se não fosse por causa de ser uma citação a uma autoridade, aquelas vírgulas poderiam ser usadas como apostos. Além disso, eu não sei se é correto usar "que" como conclusivo, porque a única conjunção explicativa que eu já vi sendo colocada como função conclusiva foi o "pois" entre vírgulas, então na dúvida use o "pois". :D

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