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Por Lamounier
#47771
Na novela " Malhação " , a dramaturgia  apresenta a difícultosa vida de keyla uma personagem grávida na adolescência que por esse motivo teve conciliar os estudos e priorizar os cuidados de seu filho. Fora da ficção, esse desafio não é diferente da realidade brasileira , pois, infelizmente, o número de jovens que não conseguem conciliar e abandonam a escola por causa da gravidez é cada vez maior. Diante disso,  torna-se necessário mudar esse problema o qual se encontra tanto na educação deficitária quanto no silencimento dos genitores.

Primeiramente, é relevante salientar que a lacuna educacional é uma causa latente da problemática. Sob a premissa do ativista Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa que existe para mudar o mundo. Seguindo esse raciocínio, é indubitável que a escola não colabore de forma expressiva em  educar o público mais novos sobre  meios de prevenção para que engravidem apenas quando estiverem estabilizados com emprego fixo  e, nesse viés, muitos alunos desconhecem a importância de serem cautelosos e,  consequentemente, ficam vulneráveis até mesmo a doenças transmissíveis. Logo,  são cruciais estruturais governamentais para reverter tal conjuntura.




Em segundo lugar, outro obstáculo encontrado está na ausência de diálogo por parte dos pais. De acordo com o filósofo Habermas, a linguagem é uma verdadeira forma de ação.  Sob essa lógica, lamentavelmente, esse conceito não é praticado por muitas famílias brasileiras, pois é escasso conversas entre mãe,pai e filhos em prol de informa-los a respeito da brusca mudança ao serem pais jovens como ,por exemplo, se dedicar exclusivamente ao filho e deixar de priorizar os estudos tendo que trabalhar para poder sutentalos . Dessa forma, é essencial o apoio dos pais nos ensinamentos de prevenção .


Portanto, torna-se imprescindível resolver essa situação. Assim, urge que a escola, deve investir em palestras, por meio da mediação de psicólogos a fim de minimizar a gravidez precoce. Tal ação deve acontecer uma vez na semana contendo matérias informativos e aberto à toda população para que os adolescentes fiquem atentos ao cuidados. Somente com essa proposta, enfim, a realidade se distanciará da conflituosa vida da personagem keyla da " Malhação" .




@Ashiley , @jhenifeee @andree , @Jaklyni , @Anna




Tenho aprendido muitíssimo com vocês , se puderem corrigir a minha redação ficarei agradecida 😊
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 130

Você atingiu aproximadamente 70% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 120

Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 150

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 190

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

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Por Mendx
#48736
Na novela "Malhação", a dramaturgia apresenta a difícultosa (dificultosa é sem o acento no "fi", e se puder prefira simplesmente "difícil") vida de keyla uma personagem grávida na adolescência, que por esse motivo teve conciliar (teve que conciliar ou teve de conciliar) os estudos e priorizar os cuidados de seu filho. Fora da ficção, esse desafio não é diferente da realidade brasileira, pois, infelizmente, (acredito que não é errado, mas evite esse termo. Não fica legal na redaçao do Enem) o número de jovens que não conseguem conciliar e abandonam a escola por causa da gravidez é cada vez maior. Diante disso, torna-se necessário mudar esse problema (mudar o problema? Não se busca alterar o problema, mas sim solucioná-lo. Acredito que sua intenção não foi essa, mas o que vale não é o que você quis dizer, sim o que disse) o qual se encontra tanto na educação deficitária quanto no silenciamento dos genitores.
Sua introdução está completa em relação à estrutura. Você apresentou contextualização, tema e tese. Apenas se atente para detalhes como os que destaquei.

Primeiramente, é relevante salientar que a lacuna educacional é uma causa latente da problemática. Sob a premissa do ativista de Nelson Mandela, a educação é a arma mais (estas duas palavras justas de constituem numa "cacofonia", ou seja, quando pronunciadas soa desagradável porque remete a outro sentido) poderosa que existe para mudar o mundo. Seguindo esse raciocínio, é indubitável que a escola não colabore de forma expressiva em educar o público mais novos ("público jovem", lembre que a linguagem aqui deve ser formal) sobre meios de prevenção para que engravidem apenas quando estiverem estabilizados com emprego fixo (muito confusa, para mim, essa parte. Ou você se atrapalhou aqui, ou eu não estou conseguindo seguir seu raciocínio, se esforce para nao deixar o leitor confuso, tudo tem que ficar claro, ou então você não convencerá o leitor) e, nesse viés, muitos alunos desconhecem a importância de serem cautelosos e, consequentemente, ficam vulneráveis até mesmo a doenças transmissíveis. Logo, são cruciais estruturais governamentais para reverter tal conjuntura.
A estrutura desse desenvolvimento também está completa, o problema aqui foi sua argumentação, a meu ver. Você disse que a educação não deve colaborar na educação (conscientização) de que se deve ter filhos apenas quando se tem uma vida estável. Porém, muitas pessoas, como eu, por exemplo, acredito que só se deve ter filhos se for nessas condições. Sendo assim, você teria que ter construindo um argumento que mostra a essas pessoas (como eu) que as pessoas que não estão nesse padrão também devem optar por ter filhos por motivo tal... Entendeu? Exponha sua opinião, que pode sim, ser diferente da minha, mas a explique, deixe tudo claro, para que eu veja que seu ponto de vista também é viável.

Em segundo lugar, outro obstáculo encontrado está na ausência de diálogo por parte dos pais. De acordo com o filósofo Habermas, a linguagem é uma verdadeira forma de ação. Sob essa lógica, lamentavelmente, (mesmo caso do "infelizmente") esse conceito não é praticado por muitas famílias brasileiras, pois é escasso conversas entre mãe, pai e filhos em prol de informa-los a respeito da brusca mudança ao serem pais jovens como, por exemplo, se dedicar exclusivamente (não acredito que seja dessa forma, é possível ser pai e profissional, entre outras coisas, então traga provas para que o leitor não discorde de você)ao filho e deixar de priorizar os estudos tendo que trabalhar para poder sutentalos (qual a prova disso? Algum dado? Citação? Isso acontece, mas não é um caso geral. Pelo contrário, há vários exemplos de pessoas que continuaram estudando após ter filhos e progrediram na vida profissional mesmo cuidando dos filhos. Mas já também exemplo de pessoas como você citou. A questão é que você tem que deixar tudo muito claro, pois você fez uma abordagem como se fosse um caso geral e, certamente, a maioria vai ser contra isso, então explique bem e traga provas). Dessa forma, é essencial o apoio dos pais nos ensinamentos de prevenção .
Você trouxe o tópico frasal, repertório e fez uma boa ligação entre a citação e seu ponto de vista, e arrematou. Porém, ao longo da sua argumentação seu texto foi ficando um tanto machista, foi como se você tivesse dito "quando se tem filhos na jiventude é preciso parar de estudar, porque a vida agora é exclusivamente cuidar da criança", sendo que antes você disse que a escola não deve colaborar em educar os estudantes para terem filhos apenas quando tiverem uma vida estável. Muito confuso, não acha? Acredito que você não soube expressar bem essa questão, não soube colocar esta problemática que realmente é frequente na nossa sociedade. Você deveria ter citação algum caso e argumentado que existe pensamentos/realidades assim...

Portanto, torna-se imprescindível resolver essa situação. (Arrematação da tese) Assim, urge que a escola (agente), deve investir em palestras (ação), por meio da mediação de psicólogos (meio) a fim de minimizar a gravidez precoce (finalidade). Tal ação deve acontecer uma vez na semana contendo matérias informativos e aberto à toda população para que os adolescentes fiquem atentos ao cuidados (detalhamento). Somente com essa proposta, enfim, a realidade se distanciará da conflituosa vida da personagem keyla da " Malhação" . Muito boa essa retomada, continue assim.

Conclusão completa!
Parabéns! Vejo que você entende como deve ser a estrutura da redação do Enem. O problema aqui foi a forma que você argumentou. Você não deixou claro que estava falando de uma realidade específica, deu a entender que para você existe apenas uma única realidade em relação à gravidez na adolescência. Você deveria ter deixado claro que estava falando de realidade X. De resto, você está caminhando corretamente! Estude sobre argumentação e se atente em relação ao uso da vírgula! 😘

No cenário social vigente, o estigma associ[…]

Muito obrigado pela correção!! Sobre[…]

Redação incrível. Obedecendo […]

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