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Depressão entre jovens na atualidade, suas causas e consequências

A depressão é uma doença que acomete cerca de 12 Milhões de brasileiros, tornando, assim, o Brasil o segundo país da América Latina com maior número de pessoas depressivas. Uma pesquisa recente concluiu que os sintomas de depressão em jovens de 15 a 19 anos estão cada vez mais comuns, e que os casos dobraram após o início da pandemia. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), suicídio é a segunda maior causa de morte entre jovens. Dentre as principais razões para que isso ocorra, está a depressão, que pode afetar a autoestima, o bem-estar, e, em decorrência, a vida social da pessoa acometida.
A mudança brusca de rotina que sobreveio com a pandemia foi um acontecimento que trouxe desdobramentos negativos também para a saúde mental das pessoas. Suspensão de aulas, quebra de rotinas, paralisação de atividades recreativas e profissionais, preocupação excessiva com o futuro e com renda familiar, além de cobranças da sociedade, têm deixado muitos jovens com medo, ansiosos, irritados e com vários sintomas relacionados. Essas mudanças contribuíram significativamente para o aumento de sentimentos associados ao estado depressivo, tais como: tristeza, perda de interesse pelas atividades e interações sociais, perda de sono, perda de apetite, etc., e tudo isso tem levado os jovens a serem diagnosticados com depressão.

Portanto, medidas precisam ser tomadas com o propósito de amenizar a situação. O Ministério da Saúde, por exemplo, poderia fornecer tratamentos psicológicos e psiquiátricos e viabilizar a inserção de mais profissionais capacitados dessas áreas no SUS (Sistema Único de Saúde). Além disso, instituições privadas e ONGs podem promover campanhas de auxílio psicológico, com atividades formativas e palestras sobre saúde mental. E os familiares ou responsáveis também podem agir, pois monitorar os hábitos de sono, alimentação, humor e comportamento dessas pessoas pode ser uma maneira eficaz de identificar os primeiros sintomas e iniciar um acompanhamento adequado o mais rápido possível.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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