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#58592
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que a implementação da educação no Brasil apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto da negligência governamental, tendo como efeito o desemprego e endividamento da população. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.

Em primeiro plano, deve-se ressaltar que a displicência Estatal colabora com esse cenário. Nesse sentido, percebe-se que o Estado falha em fornecer educação financeira aos cidadãos, visto que, falta investimento para que ato seja realizado. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a educação, o que infelizmente é evidente no país.

Consequentemente, surge uma população endividada e desempregada. De acordo com o IBGE o número de desempregados foi estimado em 14,3 milhões em janeiro de 2021. Diante de tal exposto, é notório os danos causados por tal negligência. Visto que, a economia é um conhecimento necessário para viver bem e sem este a sociedade não progride. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a pendurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Estado, por intermédio de mais investimentos, promova o fornecimento de uma educação financeira de qualidade –com professores especializados na área– a fim de garantir que a educação faça diferença no número de desempregados. Assim, se consolidará uma sociedade mais instrutiva, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 180

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 180

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 180

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#59386
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que a implementação da educação no Brasil apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto da negligência governamental, tendo como efeito o desemprego e endividamento da população. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.

Em primeiro plano, deve-se ressaltar que a displicência Estatal colabora com esse cenário. Nesse sentido, percebe-se que o Estado falha em fornecer educação financeira aos cidadãos, visto que, falta investimento para que ato seja realizado. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a educação, o que infelizmente é evidente no país.

[colocar um conectivo de adição] Consequentemente, surge uma população endividada e desempregada. De acordo com o IBGE o número de desempregados foi estimado em 14,3 milhões em janeiro de 2021. Diante de tal exposto, é notório os danos causados por tal negligência. Visto que, a economia é um conhecimento necessário para viver bem e sem este a sociedade não progride. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a pendurar.
* Procure seguir a mesma estrutura nos dois parágrafos. No anterior você argumentou antes do repertório e aqui argumentou depois.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos < procure não generalizar assim, elaborar mais a arrematação]. Para isso, é imprescindível que o Estado, por intermédio de mais investimentos, promova o fornecimento de uma educação financeira de qualidade –com professores especializados na área– a fim de garantir que a educação faça diferença no número de desempregados. Assim, se consolidará uma sociedade mais instrutiva, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.
* Intervenção completa, mas poderia melhorar a solução

NathaliaLima , olá, boa-noite! irei corrig[…]

Anninha , olá, boa-noite! irei corrigir su[…]

A vocação para o mercado de trabalho[…]

MoniqTorres , olá, boa-noite! posso corrig[…]

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