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Por mairagomexx
#47065
A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito à saúde como inerente à todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática como se observa o tabagismo no século XXI, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que a favorecem nesse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a influência da indústria de cigarros. Nesse sentido, a população se sente atraída cada vez mais a comprar cigarros. Essa conjuntura segundo as ideias do filósofo John Locke, configura-se como uma violação do "Contrato Social", já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como saúde, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar a glamourização do fumo como impulsionador da compra de tabaco no Brasil. Segundo a Organização das Nações Unidas, a cada 6 segundos, uma pessoa morre vítima de doenças relacionadas ao hábito de fumar. Diante de tal exposto, muitas pessoas adquirem alguma doença por conta do uso indisciplinado desse meio. Logo é inadmissível que esse cenário continue a perdurar. Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso é imprescindível que o Governo coeso ao Ministério da Saúde, deve, com urgência, adotar estratégias de divulgar os malefícios do tabagismo para conter o agravamento dessa conjuntura. Adiante, a ação pode ser feita por meio de palestras, em conjunto às unidades básicas de saúde, com o fito de informar a comunidade dos prejuízos que o cigarro causa e assim inteirar sobre os tratamentos a dispor no Sistema Único de Saúde, a fim de conscientizar a população. Assim, se consolidará uma sociedade mais consciente, onde o Estado desempenha corretamente seu "Contrato Social", tal como afirma John Locke.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 120

Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 100

Você atingiu aproximadamente 50% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 100

Você atingiu aproximadamente 50% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 120

Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora, de forma mediana, pouco consistente, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.

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Por Wenderson
#47087
mairagomexx escreveu:A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito à saúde como inerente à todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática como se observa o tabagismo no século XXI, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que a favorecem nesse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a influência da indústria de cigarros. Nesse sentido, a população se sente atraída cada vez mais a comprar cigarros. Essa conjuntura segundo as ideias do filósofo John Locke, configura-se como uma violação do "Contrato Social", já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como saúde, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar a glamourização do fumo como impulsionador da compra de tabaco no Brasil. Segundo a Organização das Nações Unidas, a cada 6 segundos, uma pessoa morre vítima de doenças relacionadas ao hábito de fumar. Diante de tal exposto, muitas pessoas adquirem alguma doença por conta do uso indisciplinado desse meio. Logo é inadmissível que esse cenário continue a perdurar. Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso é imprescindível que o Governo coeso ao Ministério da Saúde, deve, com urgência, adotar estratégias de divulgar os malefícios do tabagismo para conter o agravamento dessa conjuntura. Adiante, a ação pode ser feita por meio de palestras, em conjunto às unidades básicas de saúde, com o fito de informar a comunidade dos prejuízos que o cigarro causa e assim inteirar sobre os tratamentos a dispor no Sistema Único de Saúde, a fim de conscientizar a população. Assim, se consolidará uma sociedade mais consciente, onde o Estado desempenha corretamente seu "Contrato Social", tal como afirma John Locke.
Comentário:
No seu último parágrafo há uma mistura, talvez por erro de diagramação, do da sua tese com a sua proposta de intervenção. Sobre a proposta de intervenção, o SUS não é responsável pra indústria e propaganda tabagista, portanto, não fica claro qual seria a solução pra esta problemática. Algo a ser revisto é o início e o fim que não apresentam uma introdução e uma resolução de um mesmo problema. De quem é a culpa da glamourização do tabagismo!? Qual órgão público irá alertar sobre o uso do tabaco sabendo que no rótulo do produto tem um aviso do ministério da saúde!? Por exemplo: se o problema fosse a glamourização do tabagismo na indústria cenografia com a criação da televisão no século XX, a solução seriam propagandas atuais contrárias ao uso do mesmo produto e alertas sobre seus riscos a saúde.

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