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Thomas Hobbes, filósofo inglês contratualista, defendia que o Estado é responsável por dispor de meios que auxiliam o desenvolvimento de toda a coletividade. No entanto, o pensamento de Hobbes destoa completamente da realidade vivenciada pelo povo tupiniquim contemporâneo. Nesse sentido, busca-se avaliar, sobretudo, os impactos causados pela ausência dos direitos básicos à parte da população, bem como o papel do Estado como agente provedor dessa prerrogativa.
Denuncia-se, primeiramente, o desamparo de parte dos cidadãos, que, apesar de deterem garantias legais que assegurem o mínimo de qualidade de vida, essas ainda são transgredidas, ocasionando uma série de problemas no modo de viver desse grupo. Nessa ótica, muito embora a Constituição Federal de 1988 garanta, em seu artigo 6º, o direito ao emprego, a abrangência dessa premissa aos habitantes de maior vulnerabilidade se torna inexistente, visto que, no mercado de trabalho atual, as exigências para composição de seu corpo tornaram-se estratosféricas. Tem-se, assim, a lamentável exclusão automática do grupo cuja condição financeira não permitem adequações à evolução tecnológica, que expressa tanta avidez na hodierna sociedade.
Adiciona-se, também, o Estado como peça fundamental desse problema. Nesse contexto, Barnet, filósofo literário, expõe que o Estado é, devido à sua natureza, incapaz de obedecer às suas próprias leis, sendo ineficiente como legislador, o que leva a pressupor que o Estado, como garantidor do bem estar social, é mais um ideal utópico do que uma realidade factual. Atualmente, devido às poucas medidas que visam lidar com essa conjuntura problemática, tem-se parte da população marginalizada frente aos avanços tecnológicos, e outra parte, evidentemente menor, usufrui dos benefícios que essa evolução traz àqueles que possuem o conhecimento e poder aquisitivo necessário para consumir esses novos recursos.
Em suma, é imprescindível a tomada de ações para minimizar o óbice. Logo, o Governo Brasileiro, junto ao Ministério dos Direitos Humanos, deve criar projetos que visam a arrecadação de recursos para que o público vulnerável seja amparado, além de utilizar veículos de comunicação para conscientizar esse grupo-alvo dos programas que este tem direito. Dessa forma, espera-se que exista uma maior preocupação com tal parcela social e aos poucos seus direitos sejam assegurados, garantindo, assim, a máxima de Hobbes quanto o papel do Estado para com a Sociedade.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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