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No documentário “Absorvendo tabu” é retratado a situação de extrema pobreza menstrual vivenciada pelas indianas, que além de terem pouco conhecimento sobre o assunto, lidam com o tabu que as afetam em diversas áreas. Para além desse viés, é possível constatar similaridades entre o Brasil e a Índia tendo em vista a carência do período menstrual ser mantido devido à pouca exposição do tema como também a falta de políticas públicas.

Em primeiro lugar, é importante destacar a limitada discussão que concerne à menstruação. Nesse sentido, a pessoa em seu ciclo fértil, sobretudo a que iniciou, não tem conhecimento sobre o tema e quando tem acesso são informações vagas sobre a temática. A partir disso, o filósofo A. Schopenhauer diz que o campo de visão de um indivíduo determina o seu entendimento a respeito do mundo que o cerca. Desse modo, assim como as mulheres que convivem com as suas regras todos os meses têm pouca noção sobre o conteúdo do mesmo modo o restante da população também, que sem o debate não haverá o entendimento, mantendo esse entrave na comunidade.

Por conseguinte, vale ressaltar a escassez de ações públicas que visem à diminuição da pobreza menstrual. Nesse contexto, é válido rememorar a ideia associada ao filósofo John Rawls, em sua obra “Uma teoria da justiça”, um governo ético é aquele que disponibiliza recursos para todos os seus setores, promovendo uma igualdade de oportunidades a todos os cidadãos. Logo, pela falta de assistência do órgão que deveria manter o bem-estar do corpo social, persiste essa problemática que afeta a outros âmbitos como a evasão escolar por não fornecer o básico que é o absorvente.

É necessário, portanto, medidas estratégicas para mudar esse cenário. Para que isso ocorra, o sistema legislativo brasileiro deve aprovar os projetos de lei que dizem respeito ao combate à pobreza menstrual, com o fim de que os absorventes possam ser distribuídos nas escolas e comunidades pelos Cras - Centro de Referência e Assistência Social - e palestras sobre a temática para que os seres menstruantes além de saberem com maior aprofundamento sobre o tópico saibam como agir nessa esfera usufruindo do direito garantido pelo método contraceptivo. Assim, o Brasil se distanciará da realidade da Índia, tendo projetos públicos que assistam ao meio feminino.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Diversas famílias no brasil sofrem o transt[…]

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