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#75226
INTRODUÇÃO

A diferença cultural no dia a dia, faz parte de diversos países. Porém, mesmo com o convívio com distintas culturas, ainda é um grande desafio, para muitos indivíduos, coexistir com pessoas díspares. Nesse aspecto, casos de violência envolvendo discriminação são frequentes no Brasil. Dessa forma, cidadãos com estereótipos e a falta de políticas públicas dificulta a convivência na sociedade.

DESENVOLVIMENTO 1

O preconceito se faz presente quando estereotipamos determinado grupo, raça ou cultura. Sendo assim, vale ressaltar o papel que as redes sociais tem no aumento da discriminação ou na diminuição do mesmo. De acordo com sociólogo francês Pierre Bourdieu sobre a mídia, diz o seguinte “O que foi criado para ser um instrumento da democracia não deve ser convertido em um mecanismo de opressão.” Além disso, o medo que as pessoas tem com “o diferente” amplia o atrito de grupos sociais. Portanto, as mídias sociais e prejulgamentos usados juntamente, se transforma em uma máquina que visa exacerbar a intolerância na nação verde-amarelo, assim, criando pensamentos estereotipados.

DESENVOLVIMENTO 2

Ademais, a falta de atitudes governamentais que visa a melhorar a vivência dos seus cidadãos com o diferente agrava o desafio de coabitar com diferentes culturas. Segundo Aristóteles, filósofo grego a política tem como função de preservar a integração entre os indivíduos da sociedade. Nesse sentido, o Estado deve assegurar que haja um bom convívio entre as pessoas com diferentes hábitos e culturas. Entretanto, muitas vezes um dos principais corroboradores da desarmonia social é o Governo, pelo fato de garantir diferentes direitos para classes sociais, e na falta de eventos que mira na redução do preconceito. Dessa forma, a carência de políticas públicas agrava a dificuldade de conviver com disparidade.

CONCLUSÃO

Portanto, é um desafio enorme viver com pessoas desiguais. Cabe aos cidadãos e seus representantes incorporarem mecanismos que pretenda acabar com preconceitos sociais. Sendo assim, é preciso que o Governo faça campanhas midiáticas, apresentando culturas distintas para que possam se familiarizar com o diferente, além disso fazer eventos culturais para que seja mais sabido e, assim, tornar melhor as relações sociais. Ademais, deve-se fazer uma inclusão cultural em todas as castas sociais, visando paziguar o convívio. Dessa maneira, será possível reduzir a dificuldade de de conviver com diferença individual e cultural.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

#75227
A inclusão social do deficiente físico em questão no Brasil
Em civilizações clássicas e medievais, como a cidade de Esparta na Grécia antiga, pessoas com deficiência eram abandonadas, pois, eram entendidas como um mau sinal, vindo como castigo dos deuses, assim foram excluídas da sociedade. Embora, ainda tenha preconceito com pessoas deficientes, existem diversas ações, que buscam a inclusão social desses indivíduos.
O filósofo brasileiro Paulo freire disse que a inclusão acontece quando se aprende com as diferenças e não com as igualdades, pois quando nos conformamos com o diferente, estamos aceitando seus defeitos e abraçando suas qualidades, assim podemos ver o melhor que essa pessoa tem a oferecer.
Os jogos paraolímpicos foi um exemplo de inclusão, ao deficiente físico no esporte avaliando somente sua habilidade e retirando a ideia de incapacidade desses indivíduos. Outro exemplo dessas ações são as leis de inclusão criadas para estas pessoas, assim embora a taxa de desemprego voltado a esse grupo esta em um percentual de 80%.
Em resumo, a mudança começa de nos mesmos quando aceitamos as diferenças do outro. Porém nosso governo deve colocar em pratica medidas que melhorem o percentual de desemprego do deficiente através de leis, que as empresas sejam obrigadas a contratar um número de pessoas com essa finalidade, assim a taxa de desemprego diminuiria, promovendo mais inclusão.
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