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Durante a história da humanidade, o assunto menstruação carregou diversos estigmas, desde ser considerado sagrado até encarado como uma maldição. Pensando nos dias atuais e em um cenário nacional, o Brasil ainda carrega preconceitos e barreiras relacionados com este tema. Isso se deve tanto a uma negligência por parte do Estado, quanto a um tabu histórico que acompanha este assunto.
Em primeiro lugar é necessário ter em mente que, segundo a ONU, é direito de todas os cidadãos que menstruam o acesso a uma higiene intima básica, incluindo absorventes, local adequado para que uma limpeza seja feita e uma instrução para que todo o processo seja feito corretamente. Porém, sabe-se que nem todos hoje, no Brasil, conseguem ter acesso a tais direitos básicos. Por exemplo, a ONG “GrilUp”, que traz como uma de suas ações a arrecadação e distribuição gratuita de absorventes para populações carentes, por meio de abaixo assinados e muita persistência, conseguiu com que absorventes sejam distribuídos juntamente com a cesta básica no estado do Rio de Janeiro. Assim, fica claro ver o quão benéfico pode ser a união de ações governamentais e não governamentais para toda a população.
Além disso é necessário pensar que o assunto menstruação ainda é considerado tabu no Brasil e em vários países ao redor do mundo. O documentário “Absorvendo o Tabu” mostra como ainda é difícil a comunicação quando o assinto é intimidade feminina, ficando nítido que muitos ainda consideram este tema como algo não natural e maléfico. Pensando em um contexto brasileiro, sabe-se que, segundo pesquisa realizada pela ONG “GrilUp”, 25% de pessoas que menstruam não tem acesso a um absorvente nestes períodos, fazendo com que muitas não vão à escola por vergonha ou falta de estrutura para esses períodos. Fica claro então, o quão prejudicial a falta de informação e de disposição de itens básicos pode ser prejudicial para a vida de todas as pessoas que contém um útero.
Portanto, entende-se que são necessárias ações para combater à pobreza menstrual no Brasil. Urge que o Estado, em parceria com o Ministério da Saúde e o Ministério da Educação, garanta a toda a população que seus direitos básicos sejam assegurados. Isso pode ser feito tanto por meio de palestras em escolas e locais públicos, com o intuito de desmistificar e ensinar mais sobre o assunto menstruarão, quanto por meio de campanhas de arrecadação e distribuição de absorventes por todo o pais, para que assim, todos possam ter acesso ao básico.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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