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A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo (6°), o direito a segurança como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa o aumento da criminalidade contra as crianças, dificultando deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a criminalidade contra as crianças. Nesse sentido, visualizamos que decorrente a pandemia esses crimes e abusos contra crianças e adolescentes vem aumentando cada vez mais. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do "contrato social", já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a segurança, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar que a maioria dessas crianças não estão seguras nem mesmo dentro de sua própria casa, até em ambiente familiar pode conter esses abusos e crimes, como impulsionador da criminalidade contra as crianças no Brasil. Diante de tal exposto, é notório que esse problema irá gerar depressão, ansiedade, falta de apetite e vários outros sintomas nas vítimas. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que falamos mais sobre o assunto, em escolas e "internet", como palestras, publicações relevantes do assunto. Além disso, é importante notar o comportamento das crianças e em casos de dúvidas ligar para a polícia cível ou militar, denunciar abusos e mais tratos nos órgãos como o conselho tutelar. Assim, se consolidará uma sociedade mais segura, onde o estado desempenha corretamente seu "contrato social", tal como afirma John Locke.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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