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O Estatuto da Criança e do Adolescente, criado em 1990, é um conjunto de normas que tem por objetivo protegê-los integralmente. Entretanto, a erotização infantil na sociedade brasileira atrapalha a plena realização desse regulamento, já que desrespeita os direitos infantis previstos. Isso ocorre tanto pela negligência do Estado para com a exposição infantil precoce, quanto pelas atitudes que a família têm ao submeter seus filhos a fazerem coisas que não diz respeito à idade desses.

Diante desse cenário preocupante, evidencia-se o governo como principal causador da persistência da erotização infantil no país. De acordo com Friedrich Hegel, importante filósofo alemão, o Estado deve proteger os seus filhos. Contudo, na prática, não é bem assim que acontece, dado que, a exposição precoce de crianças e adolescentes trazem desproteção para eles, reforçando a cultura do estupro e a violência sexual contra meninas, principalmente. Dessa forma, mesmo que o ECA exista no papel, na realidade é pouco efetivado, já que os filhos mais novos do Estado permanecem em, quase integral, desproteção, ao contrário do que afirma o filósofo.

Ademais, a família das vítimas contribuem para a exposição sexual de suas crianças. A respeito disso, na série canadense “Anne with an E” da Netflix, maior plataforma de “streaming” atualmente, a personagem Josie é abusada sexualmente, e seus pais alegam, infelizmente, que a culpa é dela, mesmo sendo eles que causaram todo o drama. Fora das telas, esse comportamento da família de submeter seus filhos à erotização e abuso infantil é alarmante, pois, ao fazerem esses a se comportarem como adultos e a vestir roupas que não condizem com a sua idade, eles perdem a confiança neles mesmos e nos pais e, surge, assim, problemas graves na vida desses jovens, como a preocupação excessiva com padrões de beleza e medo de serem abusados sexualmente, o que não deveriam ser pensamentos normais de uma criança, além de desfrutar de sua infância.

Portanto, é necessário que as instituições formadoras de opinião - como a escola e a família- invistam em informes educativos, bem como documentários e palestras, por meio de verbas governamentais mais expressivas, com a finalidade de orientar crianças e adolescente que eles não podem ser expostos precocemente, nem serem obrigados pelos seus responsáveis a ter atitudes que não são normais de uma criança. Dessa forma, o Estado pode cuidar, de fato, dos seus filhos, da mesma maneira que Hegel defendeu, respeitando, finalmente, o Estatuto da Criança e do Adolescente.
@eurodrigo @Ashiley me ajudem nessa aqui? :cry:
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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jherodrigues quando tiver tempo se puder corrigir[…]

Literatura infantil

No ano de 1993 durante o poder de Adolf Hitler, em[…]

Ashiley , jherodrigues , eurodrigo , Dant[…]

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