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A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6, o direito do estado cuidar do bem-estar e saúde do cidadão brasileiro. Entretanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com
ênfase, na prática quando se observa que ainda há alguns desafios da telemedicina e tele saúde no Brasil, dificultando desse modo à universalização desse direito social de extrema relevância. Nesse cenário é percebível que infelizmente nem todos tem o acesso à tecnologia e internet para usufruir de maneira vantajosa. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Precipuamente, é fulcral pontuar que o empecilho é a desigualdade de acesso a meios comunicativos, principalmente para realizar necessidades básicas e cruciais da vida humana, como a saúde e bem-estar. Apesar da telemedicina proporcionar acessibilidade para maioria das pessoas com
ferramentas necessárias para realizar as consultas médicas virtuais, os mesmos tem vantagens no quesito de comodidade, conforto de seu lar e disponibilidade de horário. Entretanto, segundo o IBGE (instituto brasileiro de geografia e estáticas) mais de 40 mil pessoas no Brasil não tem acesso à internet, isso significa que essas pessoas têm tido dificuldade para usufruir consultas e diagnósticos dos seus problemas de saúde, por meio digital. Segundo Tomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar e saúde da população, algum que não tem sido totalmente revigorado.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esse obstáculo, para isso, é imprescindível que o Ministério da ciência e tecnologia juntamente com o ministério da saúde deve promover e estabelecer a democratização da internet, por meio de roteadores com acesso à internet e ferramentas de comunicação web-conferencias , que seja administrado pelo cuidado da secretaria de saúde dos municípios em postos de saúde, com objetivo de minimizar o problema para aqueles que não tenham acesso à internet e não esteja propicia a ir até um consultório médico ou hospital.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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