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Por PedroEvil
#40905
“Brasil, o país o rico mata o pobre, prendem o defunto’. Essa passagem satírica infelizmente dimensiona o tamanho do descaso do governo com a população carcerária, ou, ao menos, mostra sua origem. Exemplo disso é que grande parte dos presidiários estão presos de forma injusta, são julgados mais por suas aparências que por suas ações, nos presídios femininos, por falta de lei, a conjuntura é ainda mais preocupante, já que a maior parte das mulheres não deveriam estar presas, esses fatos contribuem para uma superpopulação carcerária.
Em primeiro lugar, ao analisar o desleixo para com os presidiários, pode-se ver que esse vem antes mesmo da prisão, já que os presos parecem ser majoritariamente: pretos, pobres e pardos, parcela da população que já sofre preconceito em cenários comuns, quem dirá quando o assunto é cadeia. Esse fator faz com que o detento fique tempo demais na prisão, mesmo que não devesse, pois não tem recursos para pagar fiança, muito menos para contratar um bom advogado, que, diferente de um público, teria tempo para se dedicar no caso em questão. Podemos levar, como exemplo, Rafael Braga, que ficou meses preso por ser abordado com um produto de limpeza.
Além disso, vale ressaltar que, segundo a "FGV", mais da metade do sistema carcerário feminino é composto de prisões por tráfico de drogas. A maioria desses casos é de mulheres que foram presas com drogas ao visitar presidiários, situação que não deveria resultar em prisão, ainda mais por crime hediondo. Apesar do fator “carregar consigo” se enquadrar em crime de tráfico, deveria existir uma lei específica para esses casos, para evitar superlotação nos presídios.
Portanto, atitudes devem ser tomadas para a resolução desse problema. Para isso, cabe ao poder legislativo, a criação de uma lei específica para mulheres que tentem levar drogas para dentro dos presídios, para que não sejam presas e, sim, proibidas de visitar qualquer penitenciária novamente, além de serem orientadas a frequentar o curso local das Promotoras Legais Populares (PLPs) -curso de orientação a mulheres. Essa medida, em conjunto com uma maior efetividade do Judiciário, deve evitar a superpopulação carcerária.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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