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A relação entre o ser humano e o meio ambiente já foi melhor do que se apresenta hoje. Isso se deve ao fato de nos tempos remotos só serem retirados da natureza aquilo que era necessário para a sobrevivência humana, sem desperdícios ou exageros, porém podemos perceber que recorrentemente a relação com a flora e a fauna está em regresso, e a humanidade não faz o mínimo em prol da preservação ambiental. É evidente que com o crescimento populacional também aumentaria a demanda por áreas agricultáveis por todo o planeta, só não era esperado um crescimento desordenado e inconsciente de suas atitudes em relação à preservação.

É de nosso conhecimento que o agronegócio é a base da economia do Brasil, porém há uma enorme falta de consciência por parte da população, o que faz com que os danos causados chegem direta ou indiretamente até os cidadãos. São vistos cada vez mais casos de desmatamentos e incêndios ocorrendo por todo o território brasileiro, sejam estes para fins de limpeza de terreno ou uma queimada criminosa para ocupação ilegal de terras, acarretando assim em problemas respiratórios, poluição do ar além de uma consequência direta na camada de ozônio e no aquecimento global. Segundo a filósofa Mary Daly, deveríamos pensar que o planeta Terra coexiste conosco e não é um objeto destinado para a destruição que estamos provocando, o que se encaixa perfeitamente no atual problema de ordem mundial: o esgotamento de recursos naturais.

Com o advento das organizações sem fins governamentais e sua organização em prol da preservação do meio ambiente foram criados projetos que têm a finalidade de reflorestamento e conscientização populacional a respeito dos danos que nos podem ser causados direta ou indiretamente. Danos diretos podem ser o crescimento da poluição do ar nas grandes cidades, o aumento populacional descontrolado devido às migrações rurais, o agravamento do efeito estufa, chuva ácida e por fim mas não menos importante a extinção de espécies da fauna e da flora. Apesar de existirem "impactos" ambientais positivos, tais como áreas de preservação permanente e reservas legais, estas não tem tanta visibilidade e importância midiática quanto um evento de degradação.

Tendo em vista os fatos apresentados sobre o impacto que a degradação ambiental desenfreada pode causar à sociedade, é necessária uma conscientização feita por parte dos estados e do Ministério do Meio ambiente e do Ministério da Agricultura, visto que são estes que controlam a demanda de áreas agricultáveis e tomam as medidas cabíveis em relação ao desmatamento desenfreado em nosso país. Além destas medidas tomadas, os cidadãos tem que perceber os atos que estão cometendo e o que isso pode causar em um futuro próximo, visto que só possuímos um planeta Terra e este tem recursos finitos.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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