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Para Aristóteles, a virtude moral é adquirida pelo hábito e excessos devem ser evitados. Entretanto, a atual cultura brasileira vai de encontro à filosofia aristotélica, uma vez que a saúde mental é negligenciada. Tal negligência deriva do discurso meritocrático exacerbado, que cobra cada vez mais da sociedade, e de preconceitos associados a distúrbios psíquicos, que dificultam a busca por tratamento.

Nessa perspectiva, o discurso meritocrático exagerado, segundo o qual o indivíduo deve alcançar a felicidade por meio de esforço individual, prejudica a saúde psíquica no Brasil. Esse discurso tem suas raízes nos ideais iluministas que combateram governos absolutistas no século XVIII. Entretanto, hoje a meritocracia serve para legitimar cobranças e pressões por melhores resultados, na educação e na vida profissional. Disso, podem surgir problemas como ansiedade, depressão, insônia, perda de libido, dentre outros problemas. Em casos extremos, a cultura meritocrática pode levar até mesmo ao suicídio daqueles que “fracassam”.

Além disso, muito desses distúrbios psíquicos são vistos pela sociedade como “frescura”. Essa visão pode ser relacionado ao que Durkheim chamou de “fato social”, sendo a exterioridade – influência inconsciente sobre o indivíduo — uma de suas características. Tal influência fortalece preconceitos relacionados à saúde psicológica e a busca por ajuda profissional é, muitas vezes, feita somente em quadros graves, nos quais há grande possibilidades de surgirem sequelas para toda a vida. Assim, esse fato social acaba por prejudicar a saúde mental no país.

Portanto, medidas devem ser tomadas para preservar a saúde mental brasileira. Nesse viés, o Ministério das Comunicações, aliado ao Ministério da Saúde, deve promover ações que visem, respectivamente, combater a cultura da meritocracia exacerbada e promover o hábito de cuidar da saúde psicológica. Para isso, o Ministério das Comunicações deve promover campanhas publicitárias nas diversas mídias ensinando que sacrificar tudo por “sucesso” é uma falácia que pode levar à infelicidade e enfermidades mentais. Paralelamente, o Ministério da Saúde deve implementar programas permanentes de educação psíquica e atendimento psicológico profissional mensal nas escolas de ensino fundamental e médio para pais e alunos. Assim, a cultura e o hábito farão, gradualmente, a sociedade alcançar a virtude moderadora aristotélica.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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