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#50678
Por volta da decada de 90 o funk chegava ao Brasil, com batidas peculiares e letras que cantavam a realidade de uma população periférica marginalizada, e por muitas vezes sem voz ativa no que acontecia politicamente no país. Com o passar do tempo, o ritmo deixou o nicho das favelas e começou a ganhar espaço nas camadas mais altas da sociedade, o que incomodou muito uma parcela elitista da população. Pode-se traçar um paralelo com o que ocorreu com funk no final do século XX, com o que acontece hoje em relação aos chamados 'rolezinhos', grupos de jovens das classes C e D frequentando espaços que naturalmente não foram 'feitos' para eles.

Em primeiro lugar, o rolezinho representa uma autoafirmação desses jovens, que por muito tempo foram impedidos de frequentar esses espaços como shoppings, praças e restaurantes em bairros nobres normalmente frequetandos por pessoas de classes mais abastadas da população. Pessoas essas que sempre viram as demais camadas da sociedade com ar de superioridade buscando manter um grau de separação entre o que seriam 'coisas de rico' e 'coisas de pobre', daí nascem as favelas e esse preconceito ou aversão a tudo que vem delas, das pessoas até a cultura.

Essa autoafirmação tem origem na pergunta 'se eles podem porque eu não posso?', é uma indireta reivindicação por direitos mesmo que os próprios atuantes não se encherguem dessa maneira, ou muitas vezes nem pensem sobre. E essa pergunta é a que move as maiores transformações da humanidade, se somos todos iguais perante a lei, deveriamos ter os mesmo direito. Como disse Hannah Arendt: a essência dos diretos humanos é o direito a ter direitos.

Em conclusão, o rolezinho representa ansia de uma geração em buscar e conquistar novos espaços na sociedade, lugares que sempre lhes foram negados seja pelo Estado ou pelo sistema de opressão capitalista. Então, cabe ao governo brasileiro junto Ministerio da Educação criar projetos de conscientização em massa nas escolas a cerca de promover o debate sobre o assunto para que assim o possamos no futuro viver numa sociedade mais justa e igualitária.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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