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#51900
Na novela As Aventuras de Poliana,o personagem João que morava na roça com seus pais ,decide ir morar na cidade de São Paulo. Onde percebe que as pessoas da cidade o olham de forma diferente. Pelo seu modo de falar. Hodiernamente essa analogia cuja realidade não é diferente. Pessoas com falas diferentes acabam sendo julgadas pela sociedade como burros e acabam sendo tratadas diferentes.

Primordialmente,de acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês. "Vivemos tempos líquidos. Nada é para durar". De forma análoga,podemos refletir que o preconceito linguístico vem sendo cada vez mais falado,as pessoas acabam quebrando o tabu. Com isso,deixam de lado o pensamento de acharem que o modo de falar diferente é burro.

Ademais, muitos ainda são tratados com diferença perante à sociedade, onde deveríamos dar mais atenção. Segundo "Atitude Blasé", termo proposto pelo sociólogo alemão Georg Simmel no livro "The Metropolis and Mental Life". Isso ocorre quando o indivíduo passa agir com indiferença em situações que ele deveria dar atenção.

Portanto, é mister que o Estado tome providências para superar o impasse. Para que o Ministério da Educação,urge que através de redes sociais faça projetos para combater os efeitos do preconceito linguístico, por meio de campanhas, motivando as terem mais atenção no preconceito linguístico. E não trataram com indiferença essas ações que precisam de atenção.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

#51914
Gostaria de contribuir apenas com umas dicas de português. Não sou capacitado para julgar e/ou dar notas pela dissertação. Não sou corretor profissional, por isso, questione-se, pergunte-se, busquem mais informações. Espero ajudar. E nunca se esqueça: uma redação deve ter autonomia, a ponto de poder ser lida e entendida até por quem não sabe qual foi a proposta que a fez ser escrita.

Legenda:
pontuação
sugestão
possível equivoco
Parte confusa
repetição de palavras


Na novela "As Aventuras de Poliana", o personagem João, que morava na roça com seus pais ,decide ir morar na cidade de São Paulo, onde percebe que as pessoas da cidade o olham de forma diferente pelo seu modo de falar. Hodiernamente, essa analogia cuja realidade não é diferente. Pessoas com falas diferentes acabam sendo julgadas pela sociedade como burros burras [Pessoas] e acabam sendo tratadas diferentes.

Primordialmente,de acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês. "Vivemos tempos líquidos. Nada é para durar". De acordo com o sociólogo polonês, Zygmunt Bauman, "Vivemos tempos líquidos. Nada é para durar". (1) De forma análoga, podemos refletir que o preconceito linguístico vem sendo cada vez mais falado, as pessoas acabam quebrando o tabu. Com isso, deixam de lado o pensamento de acharem que o modo de falar diferente é burro.

(1) Trata-se de declarações confusas, cujo significado até se pode compreender, mas está muito mal expresso devido a erros de sintaxe, de regência, de pontuação, de escolha do vocabulário.

Ademais, muitos ainda são tratados com diferença perante à sociedade, (2) onde deveríamos dar mais atenção. Segundo "Atitude Blasé", termo proposto pelo sociólogo alemão Georg Simmel no livro "The Metropolis and Mental Life", isso ocorre quando o indivíduo passa agir com indiferença em situações que ele deveria dar atenção.

(2) “Onde” somente deve ser empregado para designar locais físicos, ou seja, só pode ser usado em situações para substituir vocábulo que expressa a ideia de lugar. Troque o "onde" por "em que", "no que", "em qual", "na qual". Referência: encurtador.com.br/girMY

Portanto, é mister que o Estado tome providências para superar o impasse. Para que o Ministério da Educação urge que através de redes sociais faça projetos para combater os efeitos do preconceito linguístico, por meio de campanhas, motivando as terem mais atenção no preconceito linguístico, e não trataram com indiferença essas ações que precisam de atenção.

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