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A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6° o direito à assistência aos desamparados como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a consequência que a pandemia causa, principalmente, na alimentação do povo brasileiro, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse impasse, como a falta de emprego para os chefes de família – em que as crianças, desde muito cedo, necessitam trabalhar para ajudar nas despesas de casa - quanto a evasão escolar, em consequência do trabalho infantil.
Sob esse viés, não é atual o desemprego no Brasil, ainda mais no contexto de pandemia, visto que aumentou drasticamente os dados. Segundo o site Estado de Minas, o país registrou um recorde histórico de pouco mais de 14 milhões de pessoas à procura de emprego, com um aumento de 2 milhões em relação ao ano passado, quando o Sars-CoV-2 ainda estava começando a se proliferar. Torna-se evidente, portanto, a ineficácia do Estado devido a poucas ofertas de trabalho para muitos desempregados. Segundo o sociólogo Karl Marx, “o dinheiro é a essência alienada do trabalho e da existência do homem”, sendo de suma importância para a sua sobrevivência. Nesse sentido, é preciso evitar que esse número continue a crescer.
Ademais, é fundamental apontar a evasão escolar como impulsionador do aumento da fome no Brasil no contexto de pandemia. Segundo o filósofo brasileiro Paulo Freire, “se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”. Diante de tal exposto, é necessário que os jovens tenham liberdade para brincar ao invés de trabalhar, mas a necessidade os obriga a optar pelo trabalho e, por muitas vezes, devido a não conciliação, eles acabam largando os estudos para ajudar a alimentar sua família. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Estado, por intermédio do Conselho Tutelar e Ministério da Economia, façam palestras nas escolas, monitorem os alunos e empreguem mais pessoas nas prefeituras – contribuindo para o combate a fome e, consequentemente, o trabalho infantil – a fim de tornar uma sociedade mais igualitária e evitar tantos números de desemprego. Assim, tornar-se-á possível a construção de uma sociedade permeada pela efetivação dos elementos elencados na Magna Carta.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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