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Na obra “Alegoria da caverna” de Platão, o filósofo explicita a condição de ignorância em que vivem os seres humanos, aprisionados pelos sentidos e os preconceitos que impedem o conhecimento da verdade. De maneira análoga a isso, reflete-se essa metáfora, a crescente problemática no ambiente digital: o discurso de ódio e anonimato nas redes sociais, sobretudo no Brasil, na qual as manifestações de ódio se potencializaram e disseminaram muito mais, ainda quando, há a possibilidade de anonimato.
Em primeiro lugar, sabe-se que as redes sociais se tornaram um ambiente precedido pela ignorância e favorável ao discurso de ódio. Os “haters” ou mais conhecido como “odiador” ou “aqueles que odeiam” são exemplos de um forte aliado no uso indevido das redes sociais, visto que, estão propensos a espalhar seus ideologias e seus posicionamentos, com condutas não amigáveis e com a ajuda do anonimato.
Outrossim, as consequências são a disseminação de ataques preconceituosos e discriminativos. Um exemplo disso, foi uma onda de comentários e mensagens racistas enviados ao atacante Marcus Rashford, do Manchester United, após o empate de zero a zero no jogo com Arsenal. Esses comentários construídos por grupos racistas desprovidas de aprofundamento intelectual, com a ajuda do anonimato nas redes sociais, somente serviu para atacar e disseminar um discurso de ódio que não era preciso.
Apesar de ser um dos meios mais rápidos e eficazes espalhar ideologias e posicionamentos de determinados grupos sociais, as redes sociais, também podem servir de alvo para a proliferação de pessoas que, ao compartilharem a mesma ideologias, e ideias, estão propensas na mesma intensidade, participarem na mesma do discurso de ódio.
Portanto, as redes sociais são verdadeiro caos contemporâneo, vistos que, muita das vezes, é utilizada de maneira incorreta, disseminado e potencializando os discursos de ódio. Logo é imprescindível que o órgão jurídico brasileiro tome suas providências a fim de sanar a propagação do discurso de ódio, à princípio da dignidade da pessoa humana, de modo que assim, não somente as redes sociais, mas a sociedade, como um todo, seja mais tolerante e democrática.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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