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Os desafios no combate à pobreza menstrual tem apresentado aumentos anteriores nas últimas décadas. De acordo com a Sempre Livre, 22% de meninas entre 12 a 14 anos não obtém produtos básicos de higiene menstrual. Nesse âmbito, pode-se analisar que essa problemática persiste pela vulnerabilidade social e econômica.




Uma pesquisa realizada pela Veja Saúde, afirma que 63% das jovens sentem-se pouco confiantes no período da menstruação. É perceptível que no Brasil há um grande estigma associado ao período menstrual, acarretando assim, que grande parte deixem de ir à escola por estarem menstruadas. Em vista disso, os desafios no combate à pobreza menstrual estão presentes na falta de conscientização e no tabu posto pela sociedade, diminuindo como oportunidades de ampliação de uma educação menstrual entre os jovens.




Outrossim, evidencia-se, por parte do Estado, a falta de políticas públicas suficientemente efetivas para o combate à pobreza menstrual. A lógica é comprovada pelo papel passivo que o Ministério da Educação exerce no país. Segundo a Unicef, mais de 4 milhões de meninas não têm acesso a itens considerados de cuidados menstruais nas escolas. Nesse sentido, o absorvente não é visto como item básico, sendo tributado, portanto, como um artigo de luxo. Logo, uma população de baixa renda fica impedida ao acesso aos produtos de higiene menstrual.




Diante disso, medidas públicas são necessárias para alterar esse cenário. É fundamental, portanto, a criação de palestras e oficinas, pelas prefeituras, descreve a conscientização, por especialistas que orientam a distribuição de produtos de higiene menstrual. Ademais, cabe ao Ministério da Educação, através de uma alteração no BNCC, inserir uma disciplina específica sobre a saúde da mulher, de modo a reduzir o grande estigma de piadas e tabus. A partir dessas ações, espera-se uma melhora na vulnerabilidade social e econômica que acarreta a pobreza menstrual.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Sei que a maioria não é especialista[…]

O opressor veste o assédio

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Segundo a Constituição promovida em[…]

Emily Silva muito obrigada😃! Quando disse que f[…]

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