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#60489
Promulgada pela ONU em 1948, a declaração universal dos direitos humanos garante a todos os indivíduos o direito à manifesta-se, sem ser alvo de humilhação ou discriminação, e ao bem-estar social. Conquanto, o preconceito linguístico no Brasil impossibilita que a população desfrute desse direito universal, na prática.
Em primeiro plano, vale destacar que sequer o escritor modernista, Oswald de Andrade, omitiu-se de usufruir da costumeira linguagem coloquial, em seu poema pronominais. Contudo, para determinados grupos, os vícios da fala são motivo de completa deterioração educacional, seguindo este raciocínio, em casos nefastos desperta certa abominação nos apreciadores da norma culta. Segundo o professor, linguista e filósofo Marcos Bagno, todo juízo de valor negativo as variedades linguísticas de menor prestígio social está diretamente ligado a preconceitos, sejam eles culturais, regionais ou socioeconômicos.
Faz-se "mister", ainda, salientar a ignorância destes quanto ao vocábulo regional, porquanto tornando-se mais um fator catalisante para tal intolerância. De acordo com Confúcio, filósofo chinês, a cultura está acima da diferença da condição social. Diante do exposto, é lícito afirmar que análogo à essas atitudes está a perseguição cultural realizada por extremistas linguísticos.

Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem um mundo melhor. Dessa maneira, urge que o ministério da educação, juntamente as escolas elaborem palestras socioeducativas, de modo a instruir aos jovens sobre a bagagem histórica que há na língua do brasileiro, ademais através dos meios de comunicação propagar e exigir o respeito ao povo falante, com desígnio de formar cidadãos e profissionais transigentes. Dessa forma, o Brasil poderá superar a discriminação ao dialeto coloquial.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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