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Em 1941, o Jornal da USP divulgou a proibição da prática de esportes por parte das mulheres alegando que era incompatível com a natureza feminina. Ainda que obsoleto, tal impedimento denúncia a desvalorização da mulher na prática esportiva. Por certo, essa desigualdade, fruto do machismo enraizado na sociedade, é fomentada pela influência midiática.
É fato que, a manipulação da mídia é um impecilho para que as mulheres sejam reconhecidas no ambito esportivo. Uma vez que, a mídia não oferece a visibilidade necessária para que ocorra sua normalização. Segundo a poetisa Rupi Kaur, representatividade é vital. Sob essa ótica, o papel da mídia se mostra deficiente diante da necessidade de dar destaque ao esporte feminino. Nesse sentido, fica claro que a mídia não proporciona ajuda para que as mulheres sejam igualmente aclamadas no setor esportivo.
Ademais, o machismo enraizado na população brasileira acentua a discrepância entre o reconhecimento feminino e masculino nos esportes. Este complexo de que apenas homens são aptos a praticar esportes decorre do período colonial. Pois enquanto homens eram treinados para atividades de maior exigência física e responsáveis por exercer papéis de maior importância na sociedade, a mulhet era restrita a atuar apenas em tarefas domésticas por serem consideradas frágeis e fracas. Sabendo disso, fica evidente que a herança histórica decorrente dessa época contribui para a disseminação do pensamento de que mulheres não são atletas.
Portanto, afim de evitar a retomada do que foi divulgado em 1941, é necessário que medidas sejam tomadas. Para isso, o Ministério da Educação, em parceria com o Conselho Nacional de Esporte, deve, por meio de verbas públicas, promover rodas de debate sobre o comportamento machista empregnado na comunidade brasileira. Mostrando sua origem e suas consequências jos tempos atuais. Para promover a conscientização dos jovens e garantir a formação de uma nação mais justa. Cabe também, a grande mídia televisiva, com incentivo monetário público, incentivar a transmissão igualitária de jogos femininos por meio de proagandas e documentários a cerca da situação atual das atletas femininas desvalorizadas. Incentivando e inspirando, assim, uma nova geração de futuras competidoras e normalizando de uma vez por todas as mulheres no mundo dos esportes.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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