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#49720
Na obra “Utopia”, do escritor Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de problemas. Todavia, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que os casos de assédio contra as mulheres no Brasil, apresentam barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Nesse contexto, percebe-se a configuração de uma grave situação de contornos específicos, em virtude do assédio em locais públicos e a banalização das mulheres como objeto nos cinemas. Diante desta perspectiva, convém analisar as principais consequências relacionadas a esse fenômeno na sociedade brasileira.

Em primeiro lugar, é importante destacar que o assédio contra a mulher deriva da baixa atuação dos setores governamentais. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil, devido a falta de atuação das autoridades, os homens acabam sendo intocáveis pela legislação e livres para realizar suas vontades, uma mulher que está em local público não significa que seu corpo seja público. Desse modo, é necessária a reformulação dessa estrutura estatal de forma urgente.

Ademais, é imperativo ressaltar a mediocrização das mulheres nos cinemas como promotor do assédio as mesmas no Brasil. Segundo pesquisas cerca de 85% da comunidade feminina, alegam essa exposição nas cinematografias negativas, chegando a influenciar o assédio. Diante de tal exposto, é notório que as pessoas afetadas acabaram perdendo os seus direitos e consequentemente, limitadas. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Portanto, é preciso que o estado tome providências para amenizar a situação atual. Para o assédio sexual contra as mulheres, urge que o governo, por meio de palestras, campanhas, criação e validação de leis, promovam a segurança, liberdade e a vigilância para a população feminina. A fim de buscar uma sociedade sem violência física, psicológica, com liberdade de ir e vir, sem medo das mulheres serem assediadas. Dessa maneira se consolidará uma sociedade mais humana, onde o Estado desempenha corretamente o seu “Contrato Social”, tal como afirma John Locke.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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