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Segundo o artigo 215 da Constituição Federal, “o Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes Morais da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais”. Apesar disso, em museus onde se encontra grande parte da história brasileira esse direito não está em vigor. Sua valorização e preservação não acontece, principalmente, por falhas no ambiente escolar e inadvertências dos governantes.
Em primeiro lugar, faz-se necessário destacar as falhas no ambiente educacional como estopim da desvalorização atual. Em 2018, o IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus) colocou a educação como tema da 12ª edição da primavera dos Museus, defendendo a celebração da educação como oportuno, especialmente no momento delicado e desafiador da área no país. O contato desde cedo a essas instituições podem atribuir uma série de conhecimentos para crianças e adolescentes além de incentivar o cuidado e a valorização cultural.
Ademais, a negligência das autoridades do país impulsionam a invisibilidade desses recursos históricos. O incêndio do Museu Nacional que teve percas imensuráveis de estudos e riquezas que de acordo com dois artigos publicados pela revista científica Science, reforçam que o que aconteceu no museu poderia ter sido evitado, caso houvesse maior investimento na área. Com efeitos do tempo são pertinentes reformas ou reparos anuais para manter o seu estado íntegro e para evitar acidentes que possam destruir o patrimônio que mantém toda memoria cultural nacional.
Portanto, conclui-se que é preciso que o Governo tome providências para amenizar o quadro atual e impulsionar a preservação e valorização dos museus brasileiros. Por meio do envio de verbas para reformas que garantam a segurança e preservação, disponibilizar visitas frequentes para estudantes, com intuito de proporcionar conhecimento através de memórias guardadas e mantidas para futuras gerações. Com isso, prevenir desastres como o incêndio de 2 de novembro e garantir o acesso direto de estudantes a história do Brasil.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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