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A busca pela qualidade de vida é algo que sempre as civilizações, de modo que sua importância quase supera a da própria existência. No entanto, ainda se observa a dificuldade que os profissionais brasileiros tem de manter uma boa qualidade de vida, visto que fatores como excesso de trabalho e estresse, impulsionados nesses tempos de pandemia, acabam gerando doenças e problemas crônicos, como a Síndrome de Burnout.
Em primeiro plano, é necessário ressaltar os fatores que favorecem esse quadro. A Síndrome de Burnout caracteriza-se pelo estado de tensão emocional e estresse crônico provocados por condições de trabalho desgastantes. Nesse contexto, fica fácil perceber sua relação com os profissionais da área de saúde: a falta de leitos, medicamentos e aparelhos, necessários para oferecer um tratamento digno aos pacientes, tornam a saúde pública hostilizada, desgastando os profissionais que atuam nessa área. De acordo com a ONG Conta Aberta, o Brasil gasta cerca de R$3,89 por paciente por dia, um valor que acaba culminando em cerca de 40% dos hospitais públicos sucateados. Dessa forma, o sentido de importância desses profissionais, aliados ao envolvimento interpessoal intenso, faz com que haja um grande desgaste psicológico neles.
Outrossim, muitos profissionais não conseguem se desligar do trabalho. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, realizada com 3800 pessoas, cerca de 45% dos entrevistados disseram não conseguir se desligar totalmente do trabalho fora do horário de expediente, levando problemas e assuntos relacionado ao trabalho para casa. Esse comportamento eventualmente resulta em altos níveis de estresse, exaustão psicológica e em casos mais extremos, na síndrome de Burnout.
Diante do exposto, cabe ao Ministério do Trabalho, junto as Secretarias Estaduais e Municipais da Saúde, criar medidas que garantam um ambiente de trabalho mais saudável para os profissionais afetados, e por meio de reuniões e debates realizar um planejamento para a redução de carga horária e acompanhamento psicológico obrigatório para os profissionais atuantes, recuperando a vontade de trabalhar e alcançando a tão sonhada qualidade de vida.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Esquecimento histórico

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