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#56076
No filme “Coringa” (2019) retrata-se a ação da sociedade perante um cidadão que sofre de doenças mentais – imbuída especialmente de descriminação e falta de auxílio governamental. Análogo à realidade, o estigma associado às doenças mentais no Brasil elucida o preconceito e a exclusão de pessoas com essa característica. Dessa maneira, adversidades como a falta de conscientização e educação sobre o tema e a ação das redes sociais na comunidade corroboram para a perpetuação desse cenário negativo.
Em primazia, é crucial ressaltar a falta de conscientização e conhecimento geral sobre o tema no país. Todavia o Brasil esteja, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), na posição de país mais depressivo da América Latina, o assunto não ganha espaço para discussão na mídia, muito menos nas escolas. Esse fato leva a elaboração social de estigmas negativos e preconceitos sobre pessoas que sofrem com doenças mentais, pois segundo a escritora e historiadora Agnes Heller, crer em preconceito dá aos cidadãos proteção e comodidade. Dessa maneira, com essa visão de mundo sendo perpetuada com a falta de educação sobre o assunto, estabelecem-se mistificações, medo e ignorância perante uma situação que deveria ser vista sem julgamentos e com empatia pelo meio social – causando ainda mais a exclusão de cidadãos da comunidade.
Além disso, outro fator que estabelece bloqueios são as redes sociais. Apesar de serem um local onde há a possibilidade de comunicação e interação positiva, também há, cada vez mais explícito, um ideal de vida perfeito a ser seguido – onde situações como doenças mentais são vistas como algo assustador e fora da realidade ou um simples “mimimi”. Segundo o sociólogo Émile Durkheim, ocorrências assim são classificadas como fatos sociais, ou seja, eventos que influenciam crenças e comportamentos da própria comunidade, nesse caso, negativos. Assim, baseando-se cada vez mais na ideologia presente na interação diária das redes sociais, as pessoas com doenças mentais perdem espaço e, além disso, lugar de fala: sua presença torna-se aterradora, apesar de tratar-se de um fenômeno normal na comunidade e necessitar de relevância para discussão.
Logo, percebem-se as situações que perpetuam o estigma negativo perante a situação. Dessa maneira, o Ministério da Cidadania, em parceria com o Ministério da Saúde devem introduzir o tema “saúde mental” nas escolas e em campanhas publicitárias, através de investimentos em material pedagógico e midiático por meio da Lei de Diretrizes Orçamentárias, a fim da conscientização dos cidadãos – para que as doenças mentais sejam encaradas de forma real e imparcial, sem preconceito. Além disso, o Ministério da Cidadania deve também, por meio de propagandas em meios de comunicação, promover campanhas sobre o uso saudável de redes sociais, para desvincular a ideia utópica de perfeição social e familiarizar o cidadão com as adversidades presentes na comunidade. Ao fim, terminando com preconceitos que transformam cidadãos comuns cada vez mais no célebre – e triste – Coringa.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 170

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 180

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 170

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#56200
No filme “Coringa” (2019) < evite usar parênteses] retrata-se a ação da sociedade perante um cidadão que sofre de doenças mentais – imbuída especialmente de descriminação e falta de auxílio governamental. Análogo à realidade, o estigma associado às doenças mentais no Brasil elucida o preconceito e a exclusão de pessoas com essa característica. Dessa maneira, adversidades como a falta de conscientização e educação sobre o tema e a ação das redes sociais na comunidade corroboram para a perpetuação desse cenário negativo.

Em primazia, é crucial ressaltar a falta de conscientização e conhecimento geral sobre o tema no país. Todavia o Brasil esteja, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) < creio que pode colocar somente a sigla nesse órgão], na posição de país mais depressivo da América Latina, o assunto não ganha espaço para discussão na mídia, muito menos nas escolas. Esse fato leva a elaboração social de estigmas negativos e preconceitos sobre pessoas que sofrem com doenças mentais, pois segundo a escritora e historiadora Agnes Heller, crer em preconceito dá aos cidadãos proteção e comodidade. [evite repetir conectivo] Dessa maneira, com essa visão de mundo sendo perpetuada com a falta de educação sobre o assunto, estabelecem-se mistificações, medo e ignorância perante uma situação que deveria ser vista sem julgamentos e com empatia pelo meio social – causando ainda mais a exclusão de cidadãos da comunidade.
* Um repertório bastaria, foque na argumentação e não em trazer muitos repertórios

Além disso, outro fator que estabelece bloqueios são as redes sociais. Apesar de serem um local onde há a possibilidade de comunicação e interação positiva, também há, cada vez mais explícito, um ideal de vida perfeito a ser seguido – onde situações como doenças mentais são vistas como algo assustador e fora da realidade ou um simples “mimimi”. [evite repetir conectivo] Segundo o sociólogo Émile Durkheim, ocorrências assim são classificadas como fatos sociais, ou seja, eventos que influenciam crenças e comportamentos da própria comunidade, nesse caso, negativos. Assim, baseando-se cada vez mais na ideologia presente na interação diária das redes sociais, as pessoas com doenças mentais perdem espaço e, [evite repetir conectivo] além disso, lugar de fala: sua presença torna-se aterradora, apesar de se tratar de um fenômeno normal na comunidade e necessitar de relevância para discussão.

Logo, percebem-se as situações que perpetuam o estigma negativo perante a situação. [evite repetir conectivo] Dessa maneira, o Ministério da Cidadania, em parceria com o Ministério da Saúde devem introduzir o tema “saúde mental” nas escolas e em campanhas publicitárias, através < evite, prefira: por meio, mediante] de investimentos em material pedagógico e midiático por meio da Lei de Diretrizes Orçamentárias, a fim da conscientização dos cidadãos – para que as doenças mentais sejam encaradas de forma real e imparcial, sem preconceito. [evite repetir conectivo] Além disso, o Ministério da Cidadania deve também, por meio de propagandas em meios de comunicação, promover campanhas sobre o uso saudável de redes sociais, para desvincular a ideia utópica de perfeição social e familiarizar o cidadão com as adversidades presentes na comunidade. Ao fim, terminando com preconceitos que transformam cidadãos comuns cada vez mais no célebre – e triste – Coringa.
* Uma intervenção completa já bastaria
* Mais atenção para não repetir conectivos, palavras e termos. Invista em sinônimo e tenha uma tabela de conectivos do lado. Na aba de materiais aqui do site tem uma
* Achei a redação grande, mas se couber na folha do enem então desconsidere


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